| Processo: | 08/57830-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2011 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Enzimologia |
| Pesquisador responsável: | Rosa dos Prazeres Melo Furriel |
| Beneficiário: | Rosa dos Prazeres Melo Furriel |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Assunto(s): | Dilocarcinus pagei Osmorregulação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Crustaceos Decapodes | Dilocarcinus Pagei | Excrecao De Amonia | (Na,K)-Atpase | Osmorregulacao | V-Atpase |
Resumo
O projeto dá continuidade à nossa linha de pesquisa, "Osmorregulação e Excreção de Amônia em Crustáceos Decápodes", cujo foco principal é o estudo da (Na,K)-ATPase branquial em diferentes espécies de crustáceos dulcicolas. A osmolalidade da hemolinfa de um crustáceo dulcicola reflete um equilíbrio dinâmico entre a perda de ions por difusão e pela urina e sua absorção do meio externo através das brânquias. A (Na,K)-ATPase branquial desempenha um papel chave na captura de Na+ em meios diluídos, além de participar do processo de excreção de amônia, que nos crustáceos também ocorre através das brânquias. Entretanto, conhece-se pouco sobre sua estrutura, características cinéticas e mecanismos de regulação em resposta à alteração da salinidade do meio. Sua participação no processo de excreção também não é bem compreendida. Atualmente acredita-se que uma V-ATPase também desempenhe um papel importante na captação de Na+ nas brânquias de crustáceos dulcícolas. Entretanto, a V-ATPase branquial dos crustáceos é pouco conhecida, bem como seu papel nos processos osmorregulatórios em hiperreguladores fortes. Assim, o projeto visa à caracterização da (Na,K)-ATPase e V-ATPase branquiais do caranguejo hololimnético Dilocarcinus pagei, antigo invasor da água doce. As enzimas serão caracterizadas em animais mantidos em água doce e aclimatados a 21%°. Também será avaliada a variação da atividade e expressão das enzimas em resposta à salinidade do meio, empregando grupos de animais mantidos em água doce e em salinidades maiores (0,5 a 21%), por diferentes intervalos de tempo. Os resultados pretendidos podem contribuir para um maior entendimento dos mecanismos moleculares subjacentes aos processos de osmorregulação e excreção de amônia nos crustáceos dulcícolas e também dos mecanismos de regulação da atividade das enzimas em resposta à alteração da salinidade do ambiente. (AU)
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