| Processo: | 09/52235-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2011 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica |
| Pesquisador responsável: | Sang Won Han |
| Beneficiário: | Sang Won Han |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Células-tronco Terapia genética Terapia baseada em transplante de células e tecidos Mucopolissacaridose I |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Celulas Tronco | Mucopolissacaridose | Terapia Celular | Terapia Genica | Vetores Nao-Virais | Vetores Virais |
Resumo
A MPS tipo I é uma das mais freqüentes doenças de acúmulo lisossomal, e se caracteriza por mutações no gene que codifica a hidrolase lisossomal α-L-iduronidase (IDUA). A conseqüência desta desordem é o acúmulo de heparam e dermatam sulfato em diversos tecidos e órgãos provocando disfunções fisiológicas. Tratamentos como a reposição enzimática e transplante de medula óssea são realizados atualmente, porém com diversas restrições de seu uso. Vários estudos de terapia gênica têm realizado utilizando os vetores virais e poucos com vetores não-virais, mas com seguintes problemas não resolvidos: 1) Os vetores virais são eficientes para transferência gênica, no entanto, os problemas inerentes a natureza viral sempre têm sido uma grande preocupação. Além disso, para MPSI há necessidade de utilizar um sistema de expressão duradoura, o que a maioria dos sistemas não-virais não atende este requisito; 2) Perda de função cognitiva nos pacientes de MPSI ainda não tem tratamento, mesmo experimentalmente em animais adultos. 3) A resposta imune contra proteínas de vetores e da IDUA tem sido observado em animais MPSI, conseqüentemente, a expressão do gene IDUA exógeno tem caído drasticamente. Este projeto visa responder os problemas acima baseando dos seguintes argumentos. 1) Desenvolver sistemas não-virais com Sleeping Beauty (SB) transposase e phiC31 recombinase, que são sistemas de transferência gênica não-viral e integrative), para transferência gênica in vivo e ex vivo. 2) Direcionar a transferência de genes para tecidos musculares esqueléticos e/ou hepatócitos e evitar transfecção de baço, que sabidamente gera resposta imune eficientemente. 3) As células tronco mesenquimais têm propriedades imunossupressora e capacidade de se diferenciarem a vários tipos celulares. (AU)
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