| Processo: | 10/14848-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil |
| Pesquisador responsável: | Luiz Vicente Ribeiro Ferreira da Silva Filho |
| Beneficiário: | Luiz Vicente Ribeiro Ferreira da Silva Filho |
| Instituição Sede: | Instituto da Criança Professor Doutor Pedro de Alcantara (ICR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Nebulizadores e vaporizadores Albuterol Asma Crianças |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Asma | criança | Crise Asmática | inalador dosimetrado | salbutamol | pediatria |
Resumo
Os inaladores pressurizados dosimetrados com espaçadores são dispositivos capazes de proporcionar maiores taxas de deposição pulmonar de drogas como beta agonistas quando comparados aos nebulizadores convencionais, mas não há consenso quanto à dose ideal quanto este é o dispositivo de escolha e existem evidências de que crianças menores necessitam de doses de salbutamol proporcionalmente maiores desta droga em µg/Kg quando comparadas às de maior idade. Outros fatores que podem interferir com a resposta ao tratamento das crises incluem a genética do receptor beta adrenérgico (ADRB2) e a etiologia infecciosa da sibilância quando determinados vírus estão envolvidos. Este estudo visa avaliar a eficácia de um regime que priorize doses mais altas de salbutamol, com doses em µg/Kg maiores para crianças de menor idade. O estudo pretende avaliar a segurança através do monitoramento de possíveis efeitos colaterais e dos níveis séricos desta droga, investigar a presença de 12 diferentes vírus respiratórios nestes pacientes e avaliar a influencia da genética do receptor ADRB2 na resposta aos beta-agonistas. O desfecho principal a ser analisado será a necessidade de internação. Os desfechos secundários incluem mudanças em um escore clínico, na freqüência respiratória e no volume expiratório forçado de primeiro segundo, a necessidade de tratamentos adicionais e o tempo de permanência no pronto-socorro para os não internados. (AU)
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