| Processo: | 10/19419-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Toxicologia |
| Pesquisador responsável: | Ida Sigueko Sano Martins |
| Beneficiário: | Ida Sigueko Sano Martins |
| Instituição Sede: | Instituto Butantan. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Marcelo Larami Santoro |
| Assunto(s): | Venenos de origem animal Serpentes Coagulantes Hemostáticos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | diferenças ontogenéticas | disturbios hemostáticos | eficácia do antiveneno | envenenamento experimental | Fisiopatologia |
Resumo
O veneno de serpentes do gênero Bothrops apresenta atividade inflamatória, coagulante e hemorrágica. A expressão dos ativadores de fatores coagulação varia conforme a espécie e, intra-especificamente, conforme variações individuais, ontogenéticas e geográficas. Comparado ao de adultas, o veneno de serpentes B. jararaca filhotes possui maior concentração de ativadores de fator II e X da coagulação. Sendo assim, o veneno de filhotes apresenta maior atividade coagulante, o que acarreta em um maior potencial para causar alterações de coagulação e quadros de incoagulabilidade sanguínea. Os objetivos desse estudo são comparar as principais alterações hemostáticas induzidas pelos venenos de B. jararaca filhotes e adultas in vivo utilizando o rato como modelo experimental, e verificar a eficácia da soroterapia específica em recuperar os distúrbios hemostáticos ocasionados por esses venenos. Para a avaliação dos distúrbios hemostáticos e da soroterapia serão feitos dois grupos experimentais: um grupo experimental controle de soroterapia (envenenado, porém sem soroterapia, que receberá salina estéril 1 h após o envenenamento) com três subgrupos (um injetado com pool de veneno de adultas, um com pool de veneno de filhotes e outro apenas com salina); e outro grupo experimental de soroterapia, também com três subgrupos, que seguem os mesmos protocolos dos subgrupos anteriormente mencionados, mas que receberão soroterapia específica anti-Bothrops, 1 h após o envenenamento. Parâmetros laboratoriais das amostras de sangue serão utilizados para avaliar a intensidade e a recuperação dos distúrbios hemostáticos provocados pelo envenenamento. Adicionalmente, serão feitas avaliações das alterações hemostáticas e da recuperação das mesmas após o tratamento, por análise de tromboelastografia, utilizando o software ROTEM®, e da função plaquetária sob condições de fluxo, pelo sistema Impact R research system. Os dados gerados serviram como guia para a administração de quantidades efetivas de soroterapia no tratamento clínico de casos de envenenamento humano por serpentes destes dois estágios ontogenéticos. (AU)
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