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Diversidade molecular dos genes codificadores das proteínas não-estruturais NSP2 e protease papaína-like em linhagens brasileiras do vírus da bronqiuite infecciosa das galinhas

Processo: 11/00603-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de maio de 2011 - 31 de outubro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Molecular e de Microorganismos
Pesquisador responsável:Paulo Eduardo Brandão
Beneficiário:Paulo Eduardo Brandão
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Virologia  Viroses em animais  Galinhas  Infecções por Coronavirus  Gammacoronavirus  Vírus da bronquite infecciosa  Glicoproteína da espícula de Coronavirus  Carga viral  Papaína  Análise de sequência de DNA 

Resumo

A bronquite infecciosa das galinhas (BIG), causada pelo vírus da bronquite infecciosa das galinhas (IBV) é considerada endêmica no Brasil, apesar do amplo emprego de vacinas, em decorrência da contínua emergência e dissemiação de novos tipos virais. A proteína estrutural S (espícula) é o principal alvo de estudos genotípicos e filogenéticos para este vírus. Entretanto, a maior parte do genoma do IBV codifica proteínas não estruturais, incluindo proteases, as quais se constituem em regiões genômicas insuficientemente exploradas em termos de diversidade de linhagens virais. O objetivo do presente estudo é estudar a diversidade dos genes codificadores da protease papaína-like (PLpro), da proteína não estrutural 2 (nsp2) e S em amostras brasileiras de IBV. Para isso, serão investigados pools de órgãos (trato respiratório, rim, aparelho reprodutivo e conteúo entérico) de poedeiras, frangos de corte e reprodutoras comerciais, com sinais clínicos de BIG. Será realizada triagem por RT-PCR-Nested para a região 3'UTR, seguida de Nested-RT-PCR para o gene S e RT-PCR para os genes da PLpro e nsp2 e, por fim, sequenciamento de DNA e análise genealógica dos fragmentos obtidos. Adicionalmente, essas amostras serão submetidas à PCR quantitativa para o mRNA para proteína M, para quantificação da carga viral. Pretende-se realizar: a análise genealógica comparativa das sequências para os genes investigados; a verificação da existência de marcadores moleculares para as diferentes manifestações clínicas e sua associação com a carga viral detectada. Espera-se com isso, contribuir para um conhecimento mais amplo da evolução do IBV, bem como de seus mecanismos de tropismo e patogenicidade, com a finalidade de auxiliar no delineamento de medidas profiláticas mais eficientes. (AU)