| Processo: | 11/03234-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva |
| Pesquisador responsável: | Leonardo José Richtzenhain |
| Beneficiário: | Leonardo José Richtzenhain |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Elenice Maria Sequetin Cunha ; Eliana Monteforte Cassaro Villalobos ; Maria do Carmo Custódio de Souza Hunold Lara ; Paulo Eduardo Brandão |
| Assunto(s): | Doenças infecciosas em animais Equinos Virologia veterinária Reação em cadeia por polimerase (PCR) |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | análise filogenética | diagnóstico | Epidemiologia Molecular | Influenza equina | pcr em tempo real | seqüenciamento nucleotídico | Doenças Infecciosas de Animais |
Resumo
O vírus da influenza equina (EIV) merece destaque porque é considerado um dos principais agentes infecciosos que acomete eqüídeos no mundo e, no Brasil, é responsável por expressivos prejuízos econômicos em um importante segmento do agronegócio. O EIV é classificado em dois subtipos, a saber: o H3N8 e o H7N7. O subtipo H3N8 encontra-se amplamente disseminado na população eqüina no Brasil. Já o subtipo H7N7, apesar de ser detectado em nosso país por sorologia, é considerado extinto ou circulante em baixos níveis de prevalência, pois não existem relatos de isolamento viral nos continentes americano e europeu há mais de três décadas. Apesar dos relatos de literatura da infecção em seres humanos pelo EIV serem incomuns, sabe-se que pode ocorrer transmissão inter-espécies do subtipo H3N8, ressaltando-se assim a importância do monitoramento dessa virose devido ao potencial risco zoonótico. A adoção de medidas preventivas visando impedir a disseminação desse agente na população de eqüídeos depende das técnicas diagnósticas disponíveis que devem ser eficientes em relação à rapidez, especificidade e sensibilidade analíticas. Nesse contexto, pretende-se avaliar o desempenho da RT-PCR em tempo real para a detecção do EIV em relação ao kit comercial (Directigen Flu A) de detecção direta do antígeno do EIV por imunoensaio enzimático (ELISA) em amostras clínicas de swab nasal de cavalos com manifestações clínicas sugestivas de influenza. Objetiva-se também quantificar os anticorpos séricos anti-EIV e diferenciar os subtipos virais H7N7 e H3N8 por meio da prova de inibição da hemaglutinação (HI) a partir de amostras de soro de cavalos assintomáticos e daqueles com manifestações clínicas sugestivas de influenza criados em diferentes localidades no Estado de São Paulo. Além disso, a caracterização molecular do EIV é de extrema importância, especialmente para o desenvolvimento de vacinas. Desta forma, a diversidade molecular dos isolados brasileiros do EIV será estudada por meio do seqüenciamento parcial de nucleotídeos do gene HA, que podem apresentar mutações relacionadas com a distribuição geográfica das estirpes virais. (AU)
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