| Processo: | 11/50384-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Programa BIOTA - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas |
| Pesquisador responsável: | Luiz Antonio Martinelli |
| Beneficiário: | Luiz Antonio Martinelli |
| Instituição Sede: | Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Piracicaba |
| Assunto(s): | Mata Atlântica Leguminosae Ciclagem de nutrientes Ciclo do nitrogênio |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Ciclo Do Nitrogenio | Leguminosas | Mata Atlantica |
Resumo
A Floresta Tropical Atlântica ocorre ao longo do litoral brasileiro e, em função de sua extensão e variações nas condições microclimáticas e edáficas, é caracterizada por possuir uma elevada diversidade, seja em termos de estrutura ou de composição florística. Dentre as diversas famílias botânicas presentes neste ecossistema, a família Leguminosas apresenta grande importância, tanto pela sua abundância e ampla distribuição, como por desempenhar um papel importante no ciclo do nitrogênio (N) terrestre, fato este provavelmente relacionado a uma maior capacidade de assimilação de N por estas espécies, sejam elas noduladoras ou não. Levantamentos realizados em diferentes fonmações vegetais da Floresta Tropical Atlântica ao longo de um gradiente attitudinal indicam diferenças significativas na disponibilidade de N nos solos em diferentes altitudes, sugerindo funcionamento distinto quanto a dinâmica do N e funcionamento do ecossistema como um todo. Desta forma, o objetivo deste trabalho será investigar o papel das leguminosas potencialmente fixadoras de nitrogênio em florestas tropicais com condições diversas quanto ao ciclo do N. Em um dos sítios (Floresta Atlântica Ombrófila Montana), apesar dos altos conteúdos de N no solo, os fluxos para a atmosfera e pelo deflúvio sâo baixos. Por outro lado, na Floresta Atlântica Ombrófila de Terras Baixas, apesar dos menores conteúdos de N no solo, os fluxos para a atmosfera e pelo deflúvio sâo maiores. Para se atingir esse objetivo serão determinados os conteúdos de N, carbono (C), fósforo (P) e cálcio (Ca), além da composição isotópica do N e do C, nas folhas, troncos e serapilheira das leguminosas pertencentes à família das Fabaceaes em uma parcela situada na floresta Montana e em duas parcelas situadas na floresta de Terras Baixas. (AU)
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