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Polarimetry toward the IRAS Vela shell. II. extinction and magnetic fields

Processo: 07/05396-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de setembro de 2007 - 29 de fevereiro de 2008
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Astronomia - Astrofísica do Meio Interestelar
Pesquisador responsável:Antônio Mário Magalhães
Beneficiário:Antônio Mário Magalhães
Instituição-sede: Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Campo magnético  Poeira interestelar  Polarização 

Resumo

Exploramos correlações entre a extinção visual e a polarização ao longo da bord oeste da IRAS Vela Shell usando nosso catálogo polarimétrico com centenas de objetos. Nossos mapas de extinção ao longo desta frente de ionização dão evidências de condensações com massas típicas entre 1.5 e 6 massas solares e um tamanho típico aproximado de 0.47pc. Os dados polarimétricos nos permitem investigar a distribuição do campo magnético local em escalas de ~pc ao longo da frente. Usando a dispersão dos ângulos de polarização, encontramos variações na razão entre as densidades de energia cinética/magnética de pelo menos uma ordem de grandeza, com a pressão magnética geralmente dominando os movimentos turbulentos. Este achado sugere que a componente magnética fornece uma contribuição importante ao balanço dinâmico da região. Ao longo da frente, o campo magnético médio projetado no céu é 0.018+-0.013mG. A eficiência de polarização parece variar ao longo da frente. Atribuímos as altas eficiências encontradas em regiões de baixa extinção a um grau de alinhamento ótimo dos grãos interestelares. Análise da razão de fluxos de massa e magnéticos mostra que esta quantia é consistente com o regime sub-crítico (lambda < 1), mostrando que o suporte magnético é efetivamente importante na região. Nossos dados extendem a relação geral lambda-N(H2) em direção a valores de densidade menores e mostram que a tendência continua de modo não-abrupto em direção aos valores menores de N(H2). Este fato suporta uma evolução de nuvens que é inicialmente sucrítica em direção a um estágio supercrítico. (AU)