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Foucault e Deleuze: corpos, instituições e subjetividades

Processo: 10/06641-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Livros
Vigência: 01 de agosto de 2010 - 31 de julho de 2011
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Filosofia
Pesquisador responsável:Hélio Rebello Cardoso Júnior
Beneficiário:Hélio Rebello Cardoso Júnior
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Letras (FCL-ASSIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Assis. Assis , SP, Brasil
Assunto(s):Instituições  Subjetividade 

Resumo

Os textos reunidos nesta coletânea são frutos de projetos de pesquisa integrados pela linha de pesquisa "Idéia de história e temas históricos em Deleuze/Guattari e Foucault" do Grupo de Pesquisas "Deleuze/Guattari Foucault: elos e ressonâncias", certificado desde 2004 pela UNESP junto ao Diretório de Grupos do CNPq, cujo líder, professor de Filosofia da UNESP/Assis, é o organizador do presente volume. Todos os demais co-autores foram alunos da UNESP e estiveram sob a orientação do organizador em projetos financiados pela FAPESP.Hélio Rebello Cardoso Júnior, no capítulo de abertura, Foucault, história do presente e ontologia histórica: o que estamos nos tornando? Corajosamente afirma que pretende pensar uma relação entre uma histórica do presente e uma ontologia histórica, por meio da intercessão de Foucault e Deleuze, em que este destaca como Foucault constituía ontologias históricas: o "ser-saber", o "ser-poder" e o "ser-si". Foucault e Deleuze produziriam uma filosofia da imanência, problematizadora do presente por meio de uma ontologia histórica de nós mesmos: o que estaríamos deixando de ser e nos tornando? Seria no ponto de confluência entre disciplina e controle que Foucault e Deleuze possibilitam a construção de uma história do presente como ontologia histórica de nós mesmos.Lucas, no capítulo Genealogia foucaultiana como ferramenta para a escrita da história do presente, em que busca analisar alguns conceitos fundamentais, como o de acontecimento, o de descontinuidade e a crítica è noção de origem para a compreensão da historicidade dentro da fase do pensamento de Michel Foucault conhecida como genealogia, no âmbito de uma história do presente. Thiago Canonenco Naldinho, em seu capítulo: Amizade, em Foucault, e vida não fascista, em Deleuze e Guattari: modos de vida a favor da diferença se apropria do pensamento de Foucault, Deleuze e Guattari, fazendo deles operadores conceituais para produzir resistências e máquinas de guerra frente ao panorama da sociedade contemporânea. A pergunta apresentada gira em torno de como criar uma ética, estética e política da vida que rompa com os microfascismos e tentativas sutis de captura do Capitalismo Mundial Integrado? Como fazer da amizade estabelecida entre Foucault, Deleuze e Guattari um potente dispositivo de deslocamento do pensamento e, de modo imanente, um processo de singularização da existência?Mirela, no capítulo Um estudo sobre a caracterização dos modos de subjetivação nas Sociedades Disciplinar e Controle a partir dos agenciamentos existentes na Contemporaneidade, interroga os processos de subjetivação engendrados por meio dos mecanismos disciplinares e de controle, problematizando suas táticas específicas e compostas em dispositivos materiais e concretos que investem os corpos na sociedade contemporânea. Da modelização individualizante e fixa em subjetividades homogêneas, na sociedade disciplinar opera-se uma transição para uma modulação fluida, em meio-aberto e veloz em que se passa a falar de uma marcação da identidade pela diferença, um novo ser fragmentado, que se reveste de identidades múltiplas, segundo deseja ou necessita; como um consumidor de subjetividades deslizantes e mutantes. Prolifera-se singularidades e não mais sujeitos.Vivian de Jesus Correia e Silva, em seu capítulo: Estudo sobre a sociedade disciplinar no pensamento de Foucault e a sociedade de controle no pensamento de Deleuze: um olhar sobre o papel da instituição educacional e o controle na infância, interroga a construção do sujeito pedagógico, no campo da Educação Infantil, na sociedade contemporânea. As crianças seriam confinadas cada vez mais cedo, funcionando em uma rede complexa de disciplina e controle dos corpos em um capitalismo mundial integrado.Lucilla Panacioni de Araújo, no capítulo seguinte: Por que ainda acreditar na escola: uma busca pela transformação das relações pedagógicas através da estética da existência e da amizade, cartografa linhas de for (AU)

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