| Processo: | 11/17533-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Ivani Credidio Trombetta |
| Beneficiário: | Ivani Credidio Trombetta |
| Instituição Sede: | Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Ana Maria Fonseca Wanderley Braga ; Carlos Eduardo Negrão ; Glauce Lamoglie de Carvalho ; Maria Janieire de Nazaré Nunes Alves ; Maria Urbana Pinto Brandão Rondon |
| Assunto(s): | Fisiologia do exercício Treinamento físico Doenças metabólicas Apneia obstrutiva do sono |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | apneia obstrutiva do sono | Controle autonômico | Dieta hipocalórica | Inflamatórios | Marcadores metabólicos | Síndrome Metabólica | treinamento físico | Fisiologia do Exercício |
Resumo
A síndrome metabólica (SMet) está fortemente associada à apnéia obstrutiva do sono (AOS). SMet e AOS causam hiperativação simpática, cujos mecanismos não são totalmente conhecidos. Alterações metabólicas, inflamatórias e no controle baro/quimiorreflexo podem explicar, pelo menos em parte, a hiperativação simpática. Objetivos. Investigaremos se a AOS tem um efeito aditivo no controle hemodinâmico e autonômico e nos marcadores metabólicos e inflamatórios e se há associação entre a hiperativação nervosa simpática e marcadores metabólicos e inflamatórios. Adicionalmente, nós investigaremos o efeito da dieta hipocalórica associada ao treinamento físico aeróbio (D+TF) na severidade da AOS, no controle hemodinâmico e autonômico e no controle metabólico/inflamatório nestes pacientes com SMet. Delineamento, participantes e intervenção. Estudo clínico prospectivo cego, randomizado. Pacientes com SMet (segundo o ATP-III) serão divididos em SMet+AOS e SMet-AOS e todos serão randomizados para as intervenções por D (decréscimo de 500 Kcal/dia) e TF (3x/sem, 50-70% VO2pico) ou período controle por 4 meses. Um grupo controle saudável também será envolvido no estudo. Serão avaliadas: Métodos. AOS (polissonografia - avaliador cego para a intervenção), aptidão física (ergoespirometria), sensibilidade barorreflexa (flutuação espontânea da pressão arterial e da frequência cardíaca), controle quimiorreflexo periférico (inalação de mistura gasosa hipóxica com 10%O2 e 90%N2 por 3 min) e central (inalação hipercápnica de 7%CO2 e 93%O2 por 3 min), resistência à insulina (HOMA e OGTT), leptina e adiponectina e marcadores inflamatórios, atividade nervosa simpática (microneurografia), fluxo sangüíneo muscular (pletismografia), pressão arterial (oscilométrico), frequência cardíaca (ECG), saturação de oxigênio (oxímetro), saturação de dióxido de carbono (capnógrafo), frequência respiratória (piezoeletric), ventilação pulmonar (pneumotacógrafo) e velocidade de onda de pulso. Principais desfeixos. Mudança absoluta do pré para o pós D+TF na severidade da AOS, no controle hemodinâmico, autonômico, metabólico e inflamatório em pacientes com SMet. (AU)
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