| Processo: | 13/15651-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Carlos Eduardo Negrão |
| Beneficiário: | Lígia de Moraes Antunes Corrêa |
| Instituição Sede: | Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 15/22814-5 - Câncer e coração: novos paradigmas de diagnóstico e tratamento, AP.TEM |
| Assunto(s): | Treinamento físico Pesquisa médica translacional Sistema nervoso simpático Insuficiência cardíaca |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Atividade nervosa simpática | fluxo sanguineo muscular | Insuficiência Cardíaca | miopatia esquelética | treinamento físico | treinamento muscular inspiratório | Medicina translacional |
Resumo Os sintomas mais comuns da insuficiência cardíaca (IC) são dispneia e intolerância aos esforços. A hiperativação simpática, um dos marcadores mais expressivos da IC, contribui significativamente para a vasoconstrição periférica. A redução do fluxo sanguíneo muscular (FSM) aumenta o estresse oxidativo, citocinas pró-inflamatórias e contribui para mudanças no fenótipo do músculo esquelético. Em conjunto, estas alterações levam à miopatia esquelética e à redução da capacidade funcional nos pacientes com IC. Nos últimos anos, o treinamento físico (TF) tem se consolidado como uma terapia não farmacológica segura e eficiente para o tratamento da IC. O TF melhora a capacidade funcional e a qualidade de vida destes pacientes. O TF também diminui a ativação simpática e aumenta o FSM. Estes resultados contribuem decisivamente para a melhora na miopatia esquelética. Recentemente, o treinamento muscular inspiratório (TMI) tem surgido como alternativa para o tratamento da IC. O TMI melhora a capacidade funcional e a qualidade de vida, além disso, reduz a atividade nervosa simpática e aumenta o FSM. Seria possível imaginar, então, que a associação destas duas terapias poderia potencializar os resultados no tratamento da IC. O presente estudo tem como objetivo investigar se o aumento no FSM após o TF aeróbio associado ao TMI esta relacionado ao controle neurovascular e a fatores angiogênicos em pacientes com IC. Além disso, nós investigaremos as consequências do aumento de FSM nas citocinas pró-inflamatórias, estresse oxidativo e balanço proteico muscular. Finalmente, nós investigaremos a implicação clínica das mudanças na miopatia esquelética na tolerância ao esforço e qualidade de vida nestes pacientes. | |
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