| Processo: | 11/51868-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia |
| Pesquisador responsável: | Cristiano Mendes Gomes |
| Beneficiário: | Cristiano Mendes Gomes |
| Instituição Sede: | Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Urologia Bexiga urinária Incontinência urinária Uretra Células-tronco |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bexiga Urinaria | Celulas Tronco | Uretra | Urologia |
Resumo
A continência urinaria é mantida por um complexo mecanismo composto por músculos, ligamentos e nervos e componentes intrínsecos da uretra (músculo liso, tecido conectivo, plexos vasculares submucosos, mucosa e músculo estriado). As mulheres com incontinência urinaria de esforço, além da perda do suporte uretral, apresentam diferentes níveis de comprometimento destes componentes, principalmente na uretra média, onde se encontra o músculo estriado, levando à insuficiência esfincteriana. Os tratamentos atuais, sejam eles clínicos ou cirúrgicos, apresentam variados graus de invasividade, morbidade e falha terapêutica. Neste escopo, o uso de células-tronco, que visa à formação de novos tecidos em estruturas funcionalmente deficientes, poderia ser usada como método primário, ou suplementar aos outros métodos, no tratamento da incontinência urinaria de esforço. A terapia celular para o tratamento da incontinência urinaria é considerada experimental. Clinicamente tem sido realizada por poucos grupos, sob rígido controle de agências reguladoras e comissões de ética. Os resultados disponíveis são preliminares mas promissores. Permanecem várias dúvidas em relação à terapia celular para incontinência urinaria já que os trabalhos realizados utilizaram metodologias diversas. Um aspecto importante se refere às fontes de células-tronco a serem utilizadas. No nosso estudo utilizaremos as células mononucleares de músculo esfriado esquelético de ratos isogênicos. Estas células são compostas por mioblastos, células satélites, células endoteliais, células perivasculares e pericitos, sem expansão in vitro. Elas representam a mistura de células recrutadas durante o processo de regeneração muscular e representam uma população promissora no tratamento do tecido muscular. (AU)
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: |
| Mais itensMenos itens |
| TITULO |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): |
| Mais itensMenos itens |
| VEICULO: TITULO (DATA) |
| VEICULO: TITULO (DATA) |