Busca avançada
Ano de início
Entree

Efeitos do basiliximab com e sem a terapia tríplice na depuração mucociliar das vias aéreas de ratos: estudo experimental

Processo: 12/09839-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de setembro de 2012 - 28 de fevereiro de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Rogerio Pazetti
Beneficiário:Rogerio Pazetti
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Fabio Biscegli Jatene ; Paulo Manuel Pêgo-Fernandes
Assunto(s):Cirurgia torácica  Transplante de pulmão  Imunossupressores  Depuração mucociliar  Terapia biológica  Interleucina-2 

Resumo

Para complementar os regimes de imunossupressão, no momento do transplante de pulmão ou no período pós-operatório prévio, muitos centros estão utilizando como terapia de indução a droga basiliximab que é um anticorpo antagonistas do receptor da Interleucina-2. Sabe-se que a principal causa de morte no primeiro mês pós-transplante de pulmão é a infecciosa, coincidindo com o mesmo período de maior disfunção do epitélio mucociliar. Esta disfunção aguda incapacita o aparelho mucociliar de proteger e depurar a via aérea, aumentando a possibilidade de infecções. Devido à especificidade do basiliximab e um perfil de efeitos adversos leve, acreditamos que essa droga não tenha efeito no aparelho mucociliar. Para testar esta hipótese, utilizaremos 120 ratos machos distribuídos em quatro grupos, com três subgrupos cada um, baseando-se na data de sacrifício (7, 15 ou 30 dias). Grupo 1: animais que receberão solução salina, Grupo 2: animais que receberão basiliximab, Grupo 3: animais que receberão tacrolimus, micofenolato de sódio e predinosolona e Grupo 4: animais que receberão tacrolimus, micofenolato de sódio, predinosolona e basiliximab. Nos quatros grupos os brônquios serão avaliados quanto a freqüência de batimento ciliar, velocidade de transporte mucociliar, histologia e morfometria. (AU)