| Processo: | 12/06195-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Gabriel Forato Anhê |
| Beneficiário: | Gabriel Forato Anhê |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Assunto(s): | Hipotálamo Melatonina Insulina Gluconeogênese Neuroendocrinologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | gliconeogênese | Hipotálamo | Insulina | melatonina | neuro-endocrinologia |
Resumo
A melatonina é a principal secreção endócrina da glândula pineal e desempenha um papel geral na fisiologia de vertebrados relacionado a sincronização de ritmos circadianos a variações cíclicas ambientais de luz. Estudos recentes demonstram que a melatonina também desempenha um papel muito importante no controle do metabolismo energético. Animais pinealectomizados apresentam intolerância a glicose e resistência a insulina em diferentes momentos do ciclo claro/escuro. Alem disto, demonstramos recentemente que animais sem a glândula pineal exibem um maior nível de gliconeogênese, o que pode contribuir para a intolerância a glicose. O exato mecanismo pelo qual a melatonina modula o metabolismo energético, no entanto ainda não completamente conhecidos. Estudos prévios de nosso grupo demonstram que a melatonina tema a capacidade de ativar a sinalização da insulina em regiões especificas do hipotálamo, no entanto, a repercussão metabólica deste evento molecular também não é, até o momento, conhecida. O presente projeto pretende avaliar se a ação da melatonina sobre proteínas da via de sinalização da insulina em hipotálamos de ratos resulta em algum tipo de controle hepático da gliconeogênese. Para atingir este fim, ratos receberão injeções intracerebroventricular de melatonina e serão em seguida submetidos a teste de tolerância ao piruvato. Os animais também serão usados para western blot. Tratamentos alternativos incluirão antagonistas dos receptores de melatonina, bloqueadores da sinalização de insulina e bloqueadores colinérgicos. (AU)
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