| Processo: | 12/16283-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Bioquímica de Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Laura Cristina Sichero Vettorazzo |
| Beneficiário: | Laura Cristina Sichero Vettorazzo |
| Instituição Sede: | Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira (ICESP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Luisa Lina Villa |
| Assunto(s): | Virologia Vírus oncogênicos Papillomavirus humano 16 Neoplasias uterinas Peptídeos e proteínas de sinalização intracelular Quinases de proteína quinase ativadas por mitógeno |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Mapk | Papilomavírus | potencial oncogênico | variantes moleculares | vias de sinalização | Bioquímica de vírus |
Resumo
A infecção por HPV-16 está fortemente associada ao risco de desenvolvimento de neoplasias do colo do útero. Este é o tipo viral mais prevalente tanto em amostras de citología normal quanto em amostras de câncer cervical no mundo todo. A variabilidade nucleotídica intra-típica de HPV-16 tem sido extensivamente estudada resultando em importantes achados no que concerne à filogenia e evolução do vírus e a história natural das infecções. Variantes Asiático-Americanas e E-350G de HPV-16 tem sido associadas com maior risco de persistência da infecção e câncer cervical quando comparadas com a variante Européia protótipo, embora esta ainda apresente alto risco quando comparada a outros tipos virais. Alguns estudos tem demonstrado diferenças funcionais entre as proteínas E6/E7 de distintas variantes moleculares de HPV-16 que poderiam explicar as diferenças no potencial oncogênico observadas. Dados recentes do nosso grupo apontaram para a expressão aumentada da proteína MAP2K1 especificamente em queratinócitos infectados com a variante E-350G (ou L83V). Estes dados apóiam resultados de outros que observaram que a via de MAPK está aumentada em células expressando a proteína E6 da variante E-350G (ou L83V). Pelo exposto, é necessário analisar a ação das proteínas E6/E7 de diferentes variantes moleculares de HPV-16 na via de transdução de sinal mediada por MAPK. Assim, objetiva-se: (1) Analisar os níveis de ativação de proteínas efetoras da via de MAPK (NOTCH1, MEK1/2 e ERK1/2) em queratinócitos infectados com E6/E7 de diferentes variantes moleculares de HPV-16 (AA, E-P, E-350G); (2) Analisar os efeitos da interação entre E6/E7 das diferentes variantes moleculares de HPV-16 com NOTCH1 sob o potencial transformante medido indiretamente através de ensaios de formação de colônia; (3) Analisar os efeitos da interação de E6/E7 das diferentes variantes moleculares de HPV-16 com NOTCH1 na indução de angiogênese; (4) Analisar os efeitos de E6/E7 das diferentes variantes moleculares sob a via de MAPK quanto à indução de AP1, NFºB e outros fatores de transcrição. Os resultados gerados neste estudo serão de extrema relevância para avaliar o impacto da variabilidade intra-típica de HPV-16 sob o potencial oncogênico observado. (AU)
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