| Processo: | 12/07671-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2015 |
| Área do conhecimento: | Interdisciplinar |
| Pesquisador responsável: | Dulce Aparecida Barbosa |
| Beneficiário: | Dulce Aparecida Barbosa |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Enfermagem (EPE). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Antonio Carlos Campos Pignatari |
| Assunto(s): | Insuficiência renal crônica Falência renal crônica Infecções bacterianas Resistência microbiana a medicamentos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | colonização | hemodiálise | infeccao | Isuficiencia renal cronica | Microrganismos multirresistentes | transplante | enfermagem |
Resumo
Infecção é a maior causa de morbidade e segunda causa mais frequente de mortalidade em pacientes com insuficiência renal crônica terminal. O S.aureus, Staphylococcus coagulase negativa e Enterococcus spp são os principais agentes colonizantes e causadores de infecções nesta população, bem como a Klebsiella pneumoniae produtora de carbapenemase (KPC). Considerando a possibilidade de colonização e infecção concomitante por S. aureus resistente a metilicina (MRSA), S. aureus com resistência intermediária a vancomicina (VISA), Enterococcus resistente à vancomicina (VRE) e KPC, ficamos motivados em realizar este estudo. Objetivos: i) determinar a prevalência de colonização e/ou infecção, morbidade e mortalidade; ii) identificar os fatores de risco; iii) analisar o modo de disseminação e transmissão cruzada; iv) determinar a prevalência dos genes que conferem resistência. Método: estudo de coorte no Serviço de Diálise e Transplante da Unifesp onde serão incluídos 900 pacientes (tratamento conservador, dialítico e transplante). Para determinação da prevalência de colonização será realizada a vigilância dos microrganismos : S.aureus, MRSA e VISA: através de coleta de amostras nasais de todos os pacientes. Vigilância do VRE e KPC: através de amostras de fezes ou de swab retal. Os pacientes serão acompanhados por um período de seis meses para o registro das intercorrências mórbidas como internação, causa de internação e de óbito. (AU)
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