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Inquérito sorológico para SARS-CoV-2 e detecção viral em crianças com doença renal crônica em terapia renal substitutiva e transplantadas renais

Processo: 21/04492-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de maio de 2022 - 30 de abril de 2024
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Enfermagem - Enfermagem de Doenças Contagiosas
Pesquisador responsável:Mônica Taminato
Beneficiário:Mônica Taminato
Instituição-sede: Escola Paulista de Enfermagem (EPE). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Denise Miyuki Kusahara ; Eduardo Alexandrino Servolo de Medeiros ; Karen Renata Nakamura Hiraki ; maria cristina de andrade ; Paulo Henrique Braz da Silva ; Richarlisson Borges de Morais ; Simone Giannecchini ; Suelen Bianca Stopa Martins
Assunto(s):Saúde pública  Insuficiência renal crônica  Terapia de substituição renal  Diálise renal  Transplante de rim  Fatores de risco  Mortalidade infantil  Viroses  SARS-CoV-2 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:controle de infecção | infeccao | infecção viral | Medidas de prevenção | mortalidade infantil | SARS-CoV-2 | Saúde Coletiva

Resumo

A Doença Renal Crônica (DRC), é caracterizada pela perda lenta, progressiva e irreversível das funções renais. Com a Doença Renal Crônica Terminal instalada, o rim não executa mais suas funções metabólicas, endócrinas e de excreção, o que leva o paciente ao quadro urêmico e à necessidade de um método de terapia renal substitutiva (TRS). Dentre os métodos de TRS disponíveis atualmente, temos a diálise (hemodiálise e diálise peritoneal) além do transplante renal. Apesar dos inúmeros avanços na Terapia Renal Substitutiva e nos cuidados a esta população, os pacientes podem apresentar diversas complicações, como as cardiovasculares, metabólicas e infecciosas por bactérias, vírus e fungos. Nos últimos anos, alguns estudos têm demonstrado a detecção de diversos herpesvírus na saliva de portadores de DRCT e em receptores de transplante renal. Com o surgimento da pandemia causada pelo SARS-CoV-2, tornou-se urgente entender sua fisiopatologia e interação com outros patógenos em diferentes situações clínicas, especialmente naqueles indivíduos que possuem fatores de risco para a COVID-19. No entanto, identifica-se uma lacuna na literatura, visto que não há trabalhos publicados que elucidem a ocorrência de infecção e a excreção oral de herpesvírus humanos e do novo Coronavírus na população dialítica infantil. Diante disso, faz-se necessário estudar estes fenômenos e relacioná-los com as variáveis clínicas relacionadas à diálise, a fim de caracterizar os fatores de risco e fatores protetores para tal ocorrência. Trata-se de um estudo observacional, longitudinal, prospectivo, analítico, do tipo coorte, o qual será desenvolvido com a população de renais crônicos em hemodiálise da Unidade Pediátrica de Hemodiálise do Hospital São Paulo, da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). (AU)

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