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Effect of Intercropping on Yields of Corn with Different Relative Maturities and Palisadegrass

Processo: 13/07230-1
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de maio de 2013 - 31 de outubro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Pesquisador responsável:Carlos Alexandre Costa Crusciol
Beneficiário:Carlos Alexandre Costa Crusciol
Instituição Sede: Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Sistemas de produção 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:corn hybrids | crop systems | crop-livestock integration | forage production | forage quality | no-tillage system | Sistemas de Produção

Resumo

O consórcio de milho (Zea mays L.) com capim-marandu [Brachiaria brizantha (A. Rich Hochst. ex) Stapf] pode resultar em valores elevados de palhada na superfície do solo e melhorar a ciclagem de nutrientes. Híbridos de milho de ciclos maiores vão conviver mais tempo, competindo com o capim-marandu, o que pode reduzir tanto a produção de milho quanto a produção de biomassa da forragem. Este estudo, realizado no estado de São Paulo, Brasil, teve o objetivo de avaliar a concentração de nutrientes e produção de híbridos de milho, de diferentes ciclos, consorciados ou não com capim-marandu, bem como a produção e a qualidade da forrageira. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, em esquema fatorial, sendo os tratamentos constituídos de dois sistemas de cultivo (milho solteiro e consorciado com capim-marandu) e quatro híbridos de milho (ciclo de 105 dias, 121 dias, 132 dias e 144 dias). Em comparação com o milho solteiro, os tratamentos consorciados resultaram em produtividade de grãos de 107% (híbrido de 105 dias) a 71,7% (híbrido de 144 dias). No milho solteiro, os híbridos de 132 e 144 dias proporcionaram as maiores produtividades de grãos (9581 e 9606 kg ha-1, respectivamente). A produtividade do milho foi semelhante entre o cultivo solteiro e o consorciado quando utilizou-se os híbridos de 105, 121 e 132 dias. O consórcio com o híbrido de 144 dias proporcionou redução da produção de forragem (6619 kg ha-1) e da qualidade do capim-marandu (86 g kg-1 de proteína bruta), em comparação aos outros híbridos. O sistema de consórcio com o híbrido de 132 dias proporcionou tanto a maior produtividade de grãos de milho (8860 kg ha-1) quanto de forragem (8.256 kg ha-1). Portanto, a consorciação de capim-marandu com híbridos de milho mais precoces (105, 121 e 132 dias) é uma opção viável para a integração lavoura-pecuária, pois não afeta nem a produção de milho e nem de forragem do capim-marandu. (AU)

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