| Processo: | 13/03321-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica |
| Pesquisador responsável: | Alexandre Valotta da Silva |
| Beneficiário: | Alexandre Valotta da Silva |
| Instituição Sede: | Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEPAE). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Doenças do sistema nervoso Epilepsia do lobo temporal Neuroglia Ressonância magnética Imuno-histoquímica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | epilepsia | Hipocampo | imunohistoquimica | Neuropatologia | Ressonância Magnética | Neuropatologia |
Resumo
A Epilepsia do Lobo Temporal (ELT) corresponde a 40% de todos os casos de epilepsia em adultos, dos quais 70% são refratários ao tratamento farmacológico. A identificação bem sucedida da lesão epileptogênica é um objetivo importante no tratamento de pacientes com epilepsia refratária. Apesar disso, a base histopatológica para o sinal de RM ainda é mal compreendida e correlações entre patologia e achados da RM são necessários. Uma das principais alterações histológicas associadas à epilepsia é a chamada gliose reativa, caracterizada por uma extensa proliferação de células gliais que ocorre nas regiões com lesão ou perda neuronal, constituindo um marcador patológico de dano tecidual. O objetivo geral deste trabalho será estudar a relação entre a quantidade de células gliais no tecido cerebral e certos parâmetros clínicos e de imagem por ressonância magnética em hipocampos de pacientes com ELT. Nossas hipóteses de trabalho são as seguintes: 1-A quantidade de células gliais no tecido será maior nos casos de ELT com histórico de crises febris e maior tempo de duração da epilepsia, 2-A intensidade da proliferação glial estará correlacionada à quantificação do sinal de RM por relaxometria, 3-A contagem de células gliais será proporcional à quantificação da marcação imunohistoquímica para GFAP, 4-Diferentes técnicas de avaliação histopatológica resultarão em diferentes graus de correlação com os parâmetros clínicos e de neuroimagem. Esta proposta é um subprojeto do projeto temático FAPESP 2009/53443-1 (Coordenador: Edson Amaro Jr). (AU)
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