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Associação entre a distrofia ungueal e a entesopatia do aparelho extensor da interfalângica distal, avaliadas pela ultrassonografia, em pacientes com psoríase em atividade

Processo: 12/21170-9
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de outubro de 2013 - 30 de setembro de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Marcelo de Medeiros Pinheiro
Beneficiário:Marcelo de Medeiros Pinheiro
Instituição Sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Pesquisadores associados: Adriana Maria Porro ; Barbara Nascimento de Carvalho Klemz ; Karine Rodrigues da Luz
Assunto(s):Artrite psoriásica  Psoríase  Ultrassonografia 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Artrite Psoriasica | Distrofia ungueal | Entesopatia | Psoríase | Ultrassonografia | Reumatologia

Resumo

O envolvimento articular é observado em cerca de 30% dos pacientes com psoríase. No entanto, nenhuma estratégia clínica, laboratorial ou radiográfica atual é suficientemente poderosa para identificar pacientes com psoríase, assintomáticos do ponto de vista articular, que possam evoluir para AP em curto, médio ou longo prazo. Objetivos: Estudar a associação entre o acometimento psoriásico ungueal e a entesopatia do aparelho extensor da interfalângica distal, avaliada pela ultrassonografia, bem como a associação com o comprometimento articular (dactilite, entesite, artrite e axial), em pacientes com psoríase em atividade. Pacientes e Métodos: Serão incluídos 140 pacientes, de ambos os sexos e maiores de 18 anos de idade, com diagnóstico de psoríase vulgar em atividade clínica, por meio de estudo transversal, com grupo controle. Pacientes com diagnóstico prévio de qualquer doença reumática serão excluídos, ou com paroníquia, panarício, unhas esmaltadas e onicofagia. O dermatologista aplicará os instrumentos PASI, NAPSI, PASE, ToPAS, PEST. O reumatologista avaliará a presença de dactilite, entesite, artrite ou quadros axiais, bem como aplicará os critérios CASPAR, ASAS para lombalgia inflamatória, ASAS 2009 e os instrumentos DAS28 e ASDAS (PCR e VHS). Os pacientes realizarão radiografias de sacroilíacas e ultrassonografia das articulações, ênteses, pele e unhas, de acordo com os parâmetros propostos pelo OMERACT 2010. A avaliação será cega. O desempenho da nova metodologia será avaliado por meio da área sob a curva ROC (Receiver Operating Curve) e valores de p<0,05 serão considerados estatisticamente significantes. (AU)

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