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Desenvolvimento de materiais para enxertia óssea por processamento coloidal

Processo: 13/09329-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de julho de 2013 - 30 de junho de 2015
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos
Pesquisador responsável:Luiz Fernando Grespan Setz
Beneficiário:Luiz Fernando Grespan Setz
Instituição-sede: Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas (CECS). Universidade Federal do ABC (UFABC). Ministério da Educação (Brasil). Santo André , SP, Brasil
Assunto(s):Biomateriais  Materiais cerâmicos  Reologia  Transplante ósseo  Hidroxiapatita  Reabsorção óssea 

Resumo

Os biomateriais, como a hidroxiapatita (HA) que é referência para enxertia óssea na odontologia e medicina, podem apresentar diferentes taxas de reabsorção no organismo, dependendo de cada caso específico. Quando o objetivo é manter o material na região defeituosa indefinidamente, servindo como carga osteocondutora, uma baixa velocidade de reabsorção é desejada, porém, se o objetivo é a substituição do material enxertado por novo tecido ósseo a ser formado, uma velocidade de reabsorção maior é exigida. A velocidade (taxa) de reabsorção pelo organismo depende das propriedades físico-químicas do biomaterial, onde a condição superficial é de fundamental importância. Assim, neste trabalho, objetiva-se estudar o recobrimento de matrizes adequadas com HA, fosfato tricálcico (TCP) e biovidro, utilizando-se os métodos de conformação por imersão e réplica, de forma a adequar as condições superficiais para suprir a demanda de reabsorção óssea. Os estudos das suspensões dos materiais supracitados, a serem utilizados nos recobrimentos das matrizes e materiais de enxertia, serão executados nos laboratórios da Universidade Federal do ABC e do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
N. K. PORSANI; V. TROMBINI; P. A. ANA; L. F. G. SETZ. Avaliação reológica da hidroxiapatita. Cerâmica, v. 64, n. 371, p. -, Set. 2018.
L. F. G. SETZ; S. R. H. MELLO-CASTANHO; M. R. MORELLI. Cromito de lantânio: material para interconectores de células a combustível de óxido sólido - uma revisão. Cerâmica, v. 61, n. 357, p. 60-70, Mar. 2015.
SETZ, L. F. G.; SANTACRUZ, I.; LEON-REINA, L.; DE LA TORRE, A. G.; ARANDA, M. A. G.; MELLO-CASTANHO, S. R. H.; MORENO, R.; COLOMER, M. T. Strontium and cobalt doped-lanthanum chromite: Characterisation of synthesised powders and sintered materials. CERAMICS INTERNATIONAL, v. 41, n. 1, B, p. 1177-1187, JAN 2015. Citações Web of Science: 5.

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