| Processo: | 13/10299-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2016 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia |
| Pesquisador responsável: | Patricia Maria Bergamo Favaro |
| Beneficiário: | Patricia Maria Bergamo Favaro |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas (ICAQF). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Diadema. Diadema , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Diadema |
| Pesquisadores associados: | Fernando Luiz Affonso Fonseca ; Sara Teresinha Olalla Saad |
| Assunto(s): | Hematologia Neoplasias hematológicas Transdução de sinais Fosfoinositídeo 3-quinase Leucemia-linfoma linfoblástico de células T precursoras Serina-treonina quinases TOR Proteína oncogênica v-akt Células-tronco mesenquimais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Akt | Célula estromal de medula óssea | Il32 | mTOR | Neoplasia hematológica | Nvp-Bkm120 | Via PI3K | Hematologia |
Resumo
Atualmente é notória a participação de diferentes vias de sinalização envolvidas tanto no desenvolvimento como na manutenção das neoplasias hematológicas. A ativação constitutiva da via de sinalização PI3K/Akt/mTOR é bem descrita na leucemia linfoide aguda de células T (LLA-T) e, recentemente, identificou-se que a atividade da PI3K coopera com o desenvolvimento de linfoma de Burkitt. Deste modo, o papel de PI3K/Akt/mTOR no crescimento e sobrevivência celular, duas características importantes da leucemogênese, tornou-se um potencial alvo farmacológico em diferentes tipos de doenças malignas hematológicas. Um dos objetivos deste projeto é estudar o potencial terapêutico de uma droga altamente seletiva para inibição de PI3K, NVP-BKM120, desenvolvida pela Novartis, em linhagens de células LLA-T e de linfoma de Burkitt. Além do contínuo investimento em novas drogas específicas para destruir a célula neoplásica, o microambiente da medula óssea tem surgido como um importante alvo terapêutico. É clara a participação do "milieu" da medula óssea na sobrevivência, vigilância imunológica e resistência à terapia convencional da célula neoplásica. Neste contexto, várias evidências apontam a participação das células estromais mesenquimais (CEM), que são parte do microambiente medular, na fisiopatologia das síndromes mieolodisplásicas (SMD), o que resulta em falência da hematopoese. Recentemente, foi descrito o aumento da expressão de IL-32 nas CEM de pacientes com SMD e sua contribuição na fisiopatologia desta doença. Assim, é também objetivo deste trabalho, caracterizar a relevância funcional de IL32, um possível alvo terapêutico, nas CEM de pacientes com SMD. (AU)
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