| Processo: | 13/22502-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2016 |
| Área do conhecimento: | Engenharias - Engenharia Biomédica - Bioengenharia |
| Pesquisador responsável: | Ivone Regina de Oliveira |
| Beneficiário: | Ivone Regina de Oliveira |
| Instituição Sede: | Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento (IP&D). Universidade do Vale do Paraíba (UNIVAP). São José dos Campos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São José dos Campos |
| Pesquisadores associados: | Marcos Jacobovitz ; Paulo Tambasco de Oliveira |
| Assunto(s): | Engenharia tecidual Biomateriais Aluminato de cálcio Resistência dos materiais Teste de biocompatibilidade Propriedades mecânicas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | aluminato de cálcio | arcabouços | biocompatibilidade | Biomaterial | Engenharia de Tecidos | resistencia mecanica | Biomateriais |
Resumo
O cimento de aluminato de cálcio (CAC) vem sendo estudado como um material reparador em endodontia apresentando vantagens com relação às propriedades físicas e mecânicas, bioatividade quando em contato com solução simuladora de fluido corporal além de apresentar-se como uma barreira física e química contra a microinfiltração. Além disso, por meio do desenvolvimento do projeto "Estudo físico-químico sistêmico de material cimentício visando sua aplicação como biomaterial" (2009/17451-0) foi possível determinar a influência de aditivos sobre sua reação de hidratação, pH em solução de fluido biológico, trabalhabilidade/tempo de presa, bioatividade, injetabilidade e radiopacidade. Dando continuidade, o presente estudo visa produzir biomateriais à base de CAC a fim de atender as recomendações do relatório do Estudo Prospectivo em Materiais Avançados para Aplicações em Saúde Médica-Odontológica, iniciado em 2007 no Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE-Brasília), quanto ao desenvolvimento de cimentos com potencial de aplicação a exemplo do cimento ionômero de vidro (CIV) e ao desenvolvimento de materiais a serem usados na produção de arcabouços para a engenharia de tecidos tendo por base a busca de autonomia, aumento da capacitação e competitividade industrial no setor médico/odontológico. No Brasil, os ionômeros são, em sua ampla maioria, importados e embalados em território nacional. Já, a engenharia de tecidos como cartilagem e osso, depende de um biomaterial que sirva como arcabouço para a cultura de células e o desenvolvimento do novo tecido. Nesta área a compatibilização das propriedades mecânicas com as biológicas de um arcabouço ainda não foi alcançada plenamente. Dessa forma, diversos compostos serão incorporados ao CAC visando principalmente aumento da resistência mecânica e da biocompatibilidade com sistemas biológicos a fim de serem aplicados em saúde médica/odontológica. (AU)
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