| Processo: | 14/03223-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2016 |
| Área do conhecimento: | Ciências Humanas - Psicologia - Fundamentos e Medidas da Psicologia |
| Pesquisador responsável: | Helena Rinaldi Rosa |
| Beneficiário: | Helena Rinaldi Rosa |
| Instituição Sede: | Instituto de Psicologia (IP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Avaliação psicológica Testes psicológicos Desenho de figuras humanas Indicadores maturacionais de Koppitz |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Avaliação psicológica | Desenho de figuras humanas | Indicadores Emocionais de Koppitz | Indicadores Maturacionais de Koppitz | Teste do Desenho da Figura Humana |
Resumo
A avaliação psicológica infantil se constitui numa das maiores demandas sociais para a Psicologia na atualidade, tendo em vista as queixas trazidas sobre as crianças nas diversas áreas de atuação do psicólogo. Um dos instrumentos mais empregados nessa avaliação é o Desenho da Figura Humana - DFH - que possui diversos sistemas de pontuação. Um dos mais conhecidos e utilizados internacionalmente é o proposto por Koppitz (1968), com critérios objetivos e de relativa facilidade de correção, em que é verificada a presença de Indicadores Maturacionais, para avaliação do desenvolvimento da criança, e de Indicadores Emocionais, para determinar comprometimentos nessa área. A presente pesquisa irá investigar os itens propostos originalmente por Koppitz para avaliação de dificuldades emocionais, comparando um grupo de 60 crianças, na faixa etária de 5 a 11 anos, que tenham buscado atendimento com queixas psicológicas diversas, com um grupo controle de 60 escolares de mesma idade, sem queixas emocionais, pareados com o primeiro grupo. A aplicação será individual e ocorrerá nas clínicas de atendimento ou nas escolas, sem prejuízo das atividades desenvolvidas na instituição. Espera-se assim contribuir com a qualidade dos instrumentos para a avaliação psicológica infantil para que possam ser usados com maior segurança na prática profissional. (AU)
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