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Possíveis mecanismos associando a doença renal crônica com a doença cardiovascular

Processo: 13/25779-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2015 - 31 de julho de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Carolina Nunes França
Beneficiário:Carolina Nunes França
Instituição-sede: Universidade de Santo Amaro (UNISA). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Francisco Antonio Helfenstein Fonseca ; Jônatas Bussador Do Amaral ; Patricia Colombo de Souza
Assunto(s):Cardiologia  Doenças cardiovasculares  Insuficiência renal crônica  Biomarcadores 

Resumo

A prevenção primária da doença cardiovascular constitui uma opção de grande relevância pelos seus impactos na saúde. Paralelamente, a doença renal crônica é decorrente da perda de capacidade excretória pelos rins, geralmente lenta e progressiva, e atualmente também constitui um grande problema de saúde pública. Vários fatores de risco têm sido descritos na literatura que levam tanto ao desenvolvimento da doença cardiovascular quanto à progressão da doença renal crônica. Além disso, em pacientes com doença renal crônica, ocorre maior probabilidade de infarto agudo do miocárdio, acidente vascular encefálico e mortalidade quando se compara à população em geral. Alguns biomarcadores têm sido considerados úteis na avaliação da doença cardiovascular, dentre eles micropartículas e o receptor da quimiocina de monócitos/macrófagos CCR2. Micropartículas são estruturas liberadas pela membrana de diferentes tipos celulares após ativação ou apoptose. O recrutamento de monócitos inflamatórios durante uma infecção requer a estimulação do receptor CCR2, para promover a migração de monócitos a partir da medula óssea para o sítio inflamatório. O objetivo principal deste trabalho é avaliar micropartículas e CCR2 na doença renal crônica. Pacientes portadores de doença cardiovascular serão estratificados nos estágios de 1 a 4 da doença renal, com base no clearance de creatinina, e serão avaliados os biomarcadores micropartículas e CCR2 por citometria de fluxo e PCR em tempo real, respectivamente. Os aspectos a serem avaliados neste estudo são originais e contemplam aspectos ainda pouco estudados na literatura mundial. (AU)