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Astaxanthin supplementation delays physical exhaustion and prevents redox imbalances in plasma and soleus muscles of Wistar rats

Processo: 14/24218-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de janeiro de 2015 - 30 de junho de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Metabolismo e Bioenergética
Pesquisador responsável:Marcelo Paes de Barros
Beneficiário:Marcelo Paes de Barros
Instituição-sede: Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa. Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Nutrição esportiva  Exercício físico  Estresse oxidativo  Antioxidantes  Astaxantina  Carotenoides  Radicais livres  Publicações de divulgação científica  Artigo científico 

Resumo

A astaxantina (ASTA) é um carotenóide rosa-alaranjado comumente encontrado em organismos marinhos, especialmente no salmão. A ASTA é um poderoso antioxidante sugerido como benéfico à saúde humana em vários aspectos, incluindo a inibição da oxidação de LDL, fotoproteção contra radiação UV e profilaxia de úlceras estomacais bacterianas. O exercício físico está associado à produção exacerbada de radicias livres em músculos e no plasma, tendo como protagonistas os íons ferro e a glutationa (GSH). Assim sendo, a ASTA foi estudada aqui como um suplemento nutricional para incrementar as defesas antioxidantes nos músculos sóleo e no plasma de ratos Wistar contra modificações oxidativas induzidas por exercício conduzido à exaustão. A suplementação com 1 mg ASTA/kg em ratos Wistar por 45 dias atrasou significativamente (29%) o tempo até a exaustão em testes de natação forçada. Do mesmo modo, a suplementação com ASTA aumentou a capacidade interceptadora/quelante de íons ferro (testes TEAC/FRAP) e inibiu a liberação plasmática de íons ferro induzida pelo exercício e, consequentemente, seus efeitos pró-oxidantes. Por outro lado, a ASTA induziu significativas respostas enzimáticas da isoforma mitocondrial da superóxido dismutase (MnSOD) e da gutationa peroxidase (citossólica) nos músculos sóleo que, por sua vez: (i) aumentaram a concentração de GSH reduzida nesses músculos durante o exercício; (ii) controlaram o estresse oxidativo; e (iii) retardaram a condição de exaustão. Este artigo oferece ainda uma relevante discussão sobre uma possível ação da ASTA centrada no espaço mitocondrial, apoiando-se em publicações pregressas e nos resultados positivos aqui encontrados nos músculos sóleo, notoriamente providos de alta população mitocondrial (rico em fibras tipicamente oxidativas). (AU)