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Investigação sobre o efeito do fator de necrose tumoral-alfa (TNF-alfa) em plaquetas de ratos injetados com salina ou lipopolissacarídeo

Processo: 14/18014-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2016 - 30 de abril de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Geral
Pesquisador responsável:Sisi Marcondes Paschoal
Beneficiário:Sisi Marcondes Paschoal
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Pesq. associados:Edson Antunes
Assunto(s):Plaquetas sanguíneas  Fator de necrose tumoral alfa  GMP cíclico 

Resumo

Evidências indicam que as plaquetas têm um papel importante na sepse. De fato, a gravidade da sepse correlaciona-se positivamente com a trombocitopenia e grau de atividade plaquetária. Durante a sepse ocorre a liberação exacerbada de vários mediadores inflamatórios como o fator de necrose tumoral alfa (TNF-±), além da liberação de óxido nítrico (NO) e espécies reativas de oxigênio (EROs), os quais contribuem para danos teciduais, podendo culminar com a falência múltipla de órgãos, especialmente pulmões, fígado e rins. O lipopolissacarídeo (LPS) é bastante utilizado como ferramenta para estudar a sepse, uma vez que sua administração em animais e humanos leva a vários sinais observados no quadro séptico como aumento da produção de citocinas inflamatórias como o TNF-alfa, a qual é a primeira citocina a ser liberada na sepse. Trabalhos prévios do grupo mostraram que a incubação de LPS de E. coli não altera a função plaquetária diretamente, mas esta é reduzida em ratos injetados com o lipolissacarídeo. Além disso, em plaquetas de ratos injetados com LPS há grande formação de EROs dependente da ativação da NADPH oxidase. Vários trabalhos mostram que o TNF-alfa é capaz de ativar a NADPH oxidase, entretanto, é praticamente inexistente trabalhos que investiguem o efeito desta citocina na reatividade plaquetária. Portanto, o objetivo geral do presente trabalho é investigar o efeito do TNF-± na agregação e adesão plaquetária in vitro. Além disso, investigaremos a participação do TNF-± na inibição da atividade plaquetária e na formação intraplaquetária de EROs em ratos tratados com LPS. Finalmente, avaliaremos o efeito das plaquetas de ratos tratados com LPS na viabilidade de células endoteliais. (AU)