| Processo: | 15/20786-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Nádia Karina Guimarães de Souza |
| Beneficiário: | Nádia Karina Guimarães de Souza |
| Instituição Sede: | Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEPAE). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Anna Carla Renata Krepel Goldberg ; Luciana Cavalheiro Marti ; Maria Aparecida Dalboni |
| Assunto(s): | Nefrologia Microvesículas Insuficiência renal crônica Terapia baseada em transplante de células e tecidos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | doença renal crônica | microvesiculas | terapia celular | Nefrologia |
Resumo
A doença renal crônica é um problema que tem crescido nas últimas décadas, mundialmente. O rim tem a capacidade de se regenerar após insultos como isquemia/reperfusão ou lesões tóxicas. Entretanto, em algumas situações ocorre progressiva fibrose com perda funcional. Durante anos os mecanismos de progressão de doença renal e possíveis intervenções tem sido estudados. Alguns fatores de progressão de doença renal estão bem estabelecidos, assim como alguns fatores de crescimento ligados a regeneração tubular tem sido descritos. O fator de crescimento de hepatócitos (HGF) tem se destacado neste cenário, como um importante regulador de recuperação de células renais. Vários tipos celulares têm sido investigados com propósito de regenerar o tecido renal fibrótico tais como: células-tronco mesenquimais de medula óssea, células multipotentes órgão específicas, células tronco embrionárias e células renais primárias. As células epiteliais renais são mais abundantes, de mais fácil obtenção e cultivo do que células progenitoras e células-tronco. Recentemente, demonstrou-se mecanismo de comunicação celular (célula mesenquimal-célula epitelial renal) através de microvesículas, produzidas por células mesenquimais. As análise de microvesículas demonstraram a presença HGF no interior das microvesículas produzidas por células mesenquimais. É possível que este seja um mecanismo estimulatório para regeneração.O objetivo deste projeto é avaliar o efeito de microvesículas preparadas a partir de células mesenquimais de cordão umbilical na aderência e proliferação de células primárias renais cultivadas em matriz renal descelularizada. (AU)
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