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Avaliação do efeito protetor de microvesículas derivadas de células-tronco mesenquimais em modelos in vivo e in vitro de lesão renal crônica

Processo: 14/02912-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2014
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Niels Olsen Saraiva Câmara
Beneficiário:Tamiris Borges da Silva
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/02270-2 - Novos mecanismos celulares, moleculares e imunológicos das lesões renais agudas e crônicas: busca por novas estratégias terapêuticas, AP.TEM
Assunto(s):Nefrologia   Fibrose   Insuficiência renal crônica   Células-tronco mesenquimais

Resumo

A doença renal crônica possui grande impacto na prática clínica, tendo como principais opções de tratamento a diálise e o transplante renal. Entretanto, em decorrência do grande desequilíbrio entre a quantidade de doadores e o número de pacientes em estágio crônico, além das complicações clínicas inerentes ao tratamento dialítico, a comunidade científica busca novas alternativas terapêuticas, mais robustas e eficazes. Nesse contexto, a terapia com células-tronco vem sendo considerada uma estratégia inovadora para a contenção da progressão de lesões renais crônicas, e a administração de células-tronco mesenquimais (CTMs) tem se revelado eficiente na diminuição da fibrose e melhora da função renal em modelos experimentais. Recentemente, pesquisadores demonstraram que microvesículas derivadas das CTMs desempenham papel importante na transferência de informação e na intercomunicação célula-célula, sendo tão eficientes quanto as próprias CTMs no reparo do tecido renal. Nesse sentido, este presente trabalho tem como objetivo avaliar as propriedades renoprotetoras das microvesículas derivadas das CTMs utilizando modelos in vivo e in vitro de lesão renal crônica. Pretendemos ao final desse trabalho elucidar alguns mecanismos por trás da atividade reparadora das microvesículas, assim como avaliar sua aplicabilidade e eficácia no tratamento da doença renal crônica experimental.

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