| Processo: | 14/50272-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Livros no Brasil |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências Humanas - História - História Moderna e Contemporânea |
| Pesquisador responsável: | Ana Szpiczkowski |
| Beneficiário: | Ana Szpiczkowski |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Educação Infância Resistência ao governo Nazismo Segunda Guerra Mundial (1939-1945) Varsóvia Publicações de divulgação científica Livros |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Clandestinidade | Educacao | Infancia | Resistencia | Shoah |
Resumo
Este trabalho consiste em analisar documentação referente à educação clandestina de crianças em idade inferior a quinze anos, no gueto de Varsóvia, durante a Segunda Guerra Mundial, quando Hitler, ao invadir a Polônia em 1939, ordenou o confinamento dos judeus em guetos. Por meio dessa análise, buscou-se compreender a forma de organização e o andamento das atividades desenvolvidas pelo ensino clandestino, além de conhecer a percepção institucional, dos educadores e crianças envolvidos nesse processo educacional. Evidenciou-se que a educação foi um dos mais importantes cenários para a resistência individual e coletiva. A organização do ensino e as atividades educacionais foram orientadas às necessidades da criança como da comunidade. O momento exigiu que uma atitude social fosse tomada em conjunto com medidas educativas, assim, a educação velou pela vida física, emocional e, na medida do possível, pela vida intelectual da criança. A educação considerou o momento presente da criança permitindo que adultos e crianças reagissem à realidade de modo a transformá-la, recorreu ao passado histórico fortalecendo na criança sua memória histórica e cultural e visualizou um futuro com possibilidades, no qual a criança sobrevivente à guerra daria continuidade a sua vida como indivíduo e como povo com história e memória. (AU)
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