| Processo: | 15/12248-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2018 |
| Área do conhecimento: | Engenharias - Engenharia Biomédica |
| Pesquisador responsável: | Marcia Aparecida Silva Bissaco |
| Beneficiário: | Marcia Aparecida Silva Bissaco |
| Instituição Sede: | Pró-Reitoria Acadêmica. Universidade de Mogi das Cruzes (UMC). Campus da Sede Mogi das Cruzes. Mogi das Cruzes , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Mogi das Cruzes |
| Pesquisadores associados: | Alessandro Pereira da Silva ; Daieny Panhan Theodório ; Silvia Cristina Martini ; Terigi Augusto Scardovelli ; Vera Socci ; Wolley Willians Silva |
| Assunto(s): | Crianças |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | comunicação e socialização | crianças | expressões faciais e emoções | Jogo computadorizado | tea | Transtorno do Espectro do Autismo | Tecnologia Computacional |
Resumo
O transtorno do espectro do autismo (TEA) possui três características fundamentais que afetam o desenvolvimento das crianças, que são inabilidade de interagir socialmente, dificuldade no domínio da linguagem para comunicar-se e padrão de comportamento restritivo e repetitivo. Segundo a OMS há mais de 70 milhões de pessoas com TEA no mundo e, conforme a Sociedade Brasileira de Autismo, quase 2 milhões de brasileiros com TEA. Uma das principais causas da inabilidade de interagir socialmente está vinculada à dificuldade no reconhecimento das expressões faciais associado às emoções. Assim sendo, nesta pesquisa será desenvolvido um jogo computadorizado para auxiliar na minimização dessa dificuldade. Para isso, serão usados princípios de Engenharia de Software e de jogos de entretenimento e também consideradas as habilidades particulares ao grau de acometimento do TEA segundo critérios da American Psychological Association (APA). A avaliação deste jogo enquanto método de ensino lúdico será realizada por 5 psicólogos, 2 psicopedagogos, 5 educadores e 5 especialistas em jogos e sua efetividade será verificada com o auxílio de 90 crianças divididas em dois grupos, sendo G1 composto por 30 crianças com diagnóstico de TEA e G2 por 30 crianças normais. Serão realizados testes de software e de efetividade e aos resultados serão aplicados testes estatísticos como análise de variância e teste de normalidade. Espera-se com o desenvolvimento deste jogo estimular a percepção das emoções de crianças com TEA e, consequentemente, ampliar a interação social delas, contribuindo na tarefa de educadores, psicólogos e pais. (AU)
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