| Processo: | 16/03284-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2019 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Medicina Legal e Deontologia |
| Pesquisador responsável: | Cintia Fridman Rave |
| Beneficiário: | Cintia Fridman Rave |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Fernanda de Toledo Gonçalves |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 17/00493-8 - Fenotipagem forense do DNA para inferência de características de cor de pele, olhos e cabelo em amostra brasileira, BP.TT |
| Assunto(s): | Genética forense SNP Antropologia forense |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | fenotipagem forense do DNA | genes de pigmentação | identificação humana | predição fenotípica | Snp | Genética Forense |
Resumo
A análise do DNA para investigações forenses se baseia no conceito de que cada indivíduo é único geneticamente, exceto em casos de gêmeos monozigóticos. O DNA obtido de amostras biológicas é capaz de individualizar este material por meio da comparação direta do perfil genético, gerado por análise de STRs, obtido da amostra biológica de origem desconhecida com o perfil de uma amostra referência. Uma das maiores limitações desta técnica é a necessidade de uma amostra referência para comparação. Os estudos dos polimorfismos de base única (SNPs) que buscam compreender a relação entre determinados polimorfismos e certas características fenotípicas são crescentes e têm gerado resultados promissores no auxílio à ciências forenses. O processo de inferir características externamente visíveis (ou EVCs -Externally Visible Characteristics), dentre elas a cor de pele, a cor da íris e a cor do cabelo, com finalidade forense, a partir da verificação de suas amostras biológicas é conhecido como Fenotipagem Forense do DNA ou FDP (Forensic DNA Phenotyping). Logo, a FDP fornece mais detalhes sobre o sujeito ao qual determinada amostra biológica pertence, sem a necessidade de uma amostra referência para análise comparativa. O uso dessa tecnologia em populações miscigenadas como a nossa é recente e tem sido útil na determinação da eficiência desses SNPs na população brasileira. Nosso projeto anterior (Processo FAPESP 2012/02043-6) avaliou 15 SNPs (11 deles que fazem parte do sistema Hirisplex) e mostrou que alguns desses marcadores puderam ser associados com as características de cor de pele, olho e cabelo. A partir desses resultados, achamos interessante ampliar as análises para o restante dos marcadores usados nos sistemas Hirisplex e Hirisplex-S, já validados para predição fenotípica de cor de pele, olho e cabelo na comunidade científica e avaliar também a ancestralidade genômica dos indivíduos, por meio da análise de INDELs. (AU)
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