| Processo: | 16/23903-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Livros no Brasil |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2018 |
| Área do conhecimento: | Linguística, Letras e Artes - Letras - Teoria Literária |
| Pesquisador responsável: | Renata Soares Junqueira |
| Beneficiário: | Renata Soares Junqueira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências e Letras (FCL). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Araraquara |
| Assunto(s): | Humanismo Cinema Teatro Teatro épico Política Estudos interdisciplinares Publicações de divulgação científica Produção científica Livros |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cinema e teatro | Cinema épico | Humanismo | Manoel de Oliveira | Política | Teatro épico | Relações interdisciplinares: cinema e teatro |
Resumo
As reflexões que neste volume se articulam são resultantes de seis anos de estudo analítico da obra do cineasta português Manoel de Oliveira (1908-2015), com enfoque nas relações que a sua produção cinematográfica estabelece com a literatura e, em especial, com o teatro. Pretendemos mostrar que, guardadas as devidas proporções quanto ao intuito político de um e de outro artista, a estética cinematográfica de Oliveira apoia-se em procedimentos disjuntivos similares aos que vemos no teatro de Bertolt Brecht (1898-1956). Mas a via pela qual caminhamos é sinuosa. Do ponto de vista que adotamos, Oliveira extrai (tacitamente) de Brecht um método que o próprio Brecht terá sistematizado depois de o ter haurido, possivelmente, do cinema socialista de Sergei Eisenstein (1898-1948), cuja teoria da montagem cinematográfica é confessadamente tributária das experiências - nomeadamente da chamada "montagem de atrações" - que o artista soviético, antes de enveredar decididamente pela sétima arte, tivera como cenógrafo e encenador. Mexemos, deste modo, num cadinho em que se misturam cinema, teatro e política (em diversos níveis) para assim tentar compreender, à luz da leitura interdisciplinar, a singularidade desta obra de uma linguagem densa - que raramente prescinde da palavra literária -, elaborada e amadurecida ao longo de mais de um século de experimentos - alguns extremamente arrojados - no âmbito da realização cinematográfica: o cinema de Manoel de Oliveira. (AU)
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