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Eletromiograma e complexidade do sinal para avaliar efeitos de suplementação com beta-alanina na progressão para fadiga em contrações cíclicas

Processo: 17/02183-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de agosto de 2017 - 28 de fevereiro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia do Esforço
Pesquisador responsável:José Guilherme de Souza Chaui Mattos Berlinck
Beneficiário:José Guilherme de Souza Chaui Mattos Berlinck
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Bruno Gualano
Assunto(s):Fadiga muscular  beta-Alanina  Eletromiografia  Entropia da informação 

Resumo

A fadiga muscular é uma questão científica com várias facetas ainda não esclarecidas. Seus fatores causais são diversos, sendo a queda de pH intracelular um dos principais protagonistas. A carnosina, um dipeptídeo formado por L-histidina e b-alanina, é encontrada na musculatura esquelética e é um importante agente de tamponamento de pH. Neste contexto, a suplementação com ²-alanina adquire relevância pelo potencial em elevar a capacidade tamponante de músculos, aumentando a resistência à fadiga, como, de fato, tem sido relatado. A eletromiografia de superfície permite estudar a atividade de um músculo em tempo real, sendo que é conhecida a existência de um comportamento eletromiográfico de fadiga com compressão do espectro em baixas frequências. Contudo, ainda não se tem o pleno entendimento de quais fenômenos biológicos poderiam explicar tal comportamento. Por outro lado, métodos não lineares são cada vez mais empregados para a caracterização de complexidade em séries temporais de origem biológica, e alguns estudos mostraram perda de complexidade do sinal eletromiográfico em decorrência da ativação contínua voluntária de grupamentos musculares. Tem-se, assim, a seguinte questão: Existe diferença na resposta eletromiográfica de fadiga à estimulação cíclica voluntária à exaustão em músculos com diferentes proporções de fibras I e II em decorrência da suplementação crônica com b-alanina? A presente proposta pretende abordar esta questão utilizando o eletromiograma e medidas de complexidade do sinal eletromiográfico para buscar caracterizar tanto o progredir para a fadiga quanto as eventuais alterações dos processos subjacentes de controle da contração muscular. (AU)

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