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Produção de biomassa proteica de microalgas a partir de efluente de cervejaria para uso como insumo na formulação de rações para aquicultura

Processo: 16/21791-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE
Vigência: 01 de agosto de 2017 - 30 de abril de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Pesquisador responsável:Raquel Andrade de Rossi
Beneficiário:Raquel Andrade de Rossi
Empresa:Algae Biotecnologia Ltda (ALGAE)
Município: São Paulo
Pesq. associados:Ricardo Luvizotto Santos
Bolsa(s) vinculada(s):17/16261-9 - Produção de biomassa proteica de microalgas a partir de efluente de cervejaria para uso como insumo na formulação de rações para Aquicultura, BP.PIPE
Assunto(s):Biotecnologia  Microalgas  Biomassa  Scenedesmus  Nutrição animal  Carcinocultura  Águas residuárias 

Resumo

Nos últimos 10 anos a aplicação biotecnológica das microalgas tem sido demonstrada por diversos estudos e a utilização da biomassa destes microrganismos em alimentação humana e animal já é uma realidade comercial em diversos países. A biomassa de algumas espécies, como as do gênero Scenedesmus, contém um balanço equilibrado entre proteínas, lipídeos e carboidratos e a tornam especialmente potencial para aplicação em rações para a carcinicultura. Uma das questões chave na viabilização comercial do uso de microalgas no mercado de nutrição animal é o custo de produção, grandemente impactado pelo custo de formulação de meios próprios para cultivo. O cultivo de microalgas em águas residuárias municipais e industriais tem sido avaliada como substrato para crescimento, com sucesso; um projeto em escala laboratorial da própria empresa proponente, utilizando efluente de cervejarias, comprovou a viabilidade técnica desta solução. O presente projeto tem por objetivo a produção de biomassa de Scenedesmus sp. cultivada em efluente de cervejaria, utilizando reatores de plataforma (Thin Layer) com 400 litros de volume total. Os cultivos serão monitorados por densidade óptica, biomassa seca, taxa de crescimento, condutividade elétrica, temperatura e pH; determinação da composição bioquímica (proteínas, carboidratos, lipídios e perfil de ácidos graxos) serão realizadas ao final dos cultivos. Um primeiro ensaio de desempenho zootécnico de camarões L. vannamei com rações incluindo biomassa de microalgas também será realizado. (AU)