| Processo: | 17/21588-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2020 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade |
| Pesquisador responsável: | Renate Krause Sakate |
| Beneficiário: | Renate Krause Sakate |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Botucatu |
| Assunto(s): | Virologia Vírus de plantas Begomovirus Crinivirus Mosca-branca Bemisia tabaci Vetores de doenças de plantas Variação genética |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Begomovirus | Bemisia tabaci | crinivirus | Espécies crípticas | mosca-branca | Variabilidade Genética | virologia |
Resumo
As moscas-brancas (Bemisia tabaci) são pragas de grande importância no mundo, principalmente por serem vetoras de vírus de plantas. O complexo B. tabaci é classificado em espécies crípticas das quais Middle East-Asia Minor 1, MEAM1 (também conhecida por biótipo B) e Mediterranean, MED, também chamada de biótipo Q são altamente invasivas e estão relacionadas aos grandes prejuízos atribuídos ao inseto. A espécie MEAM1 foi relatada no Brasil em 1992, enquanto que a introdução da MED é mais recente, tendo sido verificada inicialmente no Rio Grande do Sul em 2013 e em 2014 no Estado de São Paulo e Paraná. Infelizmente esta praga está se disseminando em nosso país principalmente por plantas ornamentais, e ocupando nichos em que previamente MEAM1 ocorria. Pouco se sabe sobre o comportamento da espécie MED no Brasil de forma que este projeto tem como principais objetivos avaliar a habilidade competitiva das espécies MED e MEAM1 em diferentes hospedeiros; os aspectos biológicos como ciclo, oviposição, viabilidade de ovos e ninfas e emergência de adultos em plantas sadias e infectadas por vírus; a suscetibilidade à inseticidas (nas fases de ovo, ninfa e adulto) e a variabilidade genética por Next Generation Sequencing de populações de B. tabaci do Brasil. Além disto serão monitoradas áreas onde previamente a espécie MED foi identificada no Estado de São Paulo e Paraná, a fim de verificar se o inseto está se adaptando a culturas que estejam a campo aberto. Os dados em conjunto responderão à duvidas como: se há deslocamento da espécie MEAM1 por MED; qual espécie tem maior habilidade competitiva considerando diversas espécies cultivadas e quais os inseticidas são mais indicados para cada uma das espécies. Além disto a análise de populações brasileiras por Next Generation Sequencing aportará dados sobre variabilidade genética, presença de endossimbiontes e vírus associados a cada uma das espécies crípticas. (AU)
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