| Processo: | 06/52668-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2006 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2008 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Análise e Controle de Medicamentos |
| Pesquisador responsável: | Telma Mary Kaneko |
| Beneficiário: | Márcia Lombardo |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Anti-infecciosos Citotoxicidade Proteínas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Atividade Antimicrobiana | Citotoxicidade | Conservante | Proteinas | Queratinocitos Humanos | Senna Occidentalis |
Resumo O presente projeto visa à avaliação da atividade antimicrobiana e citotóxica de extratos protéicos de sementes de Senna occidentalis (So), erva daninha pertencente à família das leguminosas, freqüentemente encontrada. As proteínas e os peptídeos que apresentam atividade antimicrobiana são de particular interesse no desenvolvimento de produtos farmacêuticos ou cosméticos, não só pela abrangência nos tratamentos terapêuticos, mas como substitutos da função conservadora da formulação. Os antimicrobianos de origem vegetal podem apresentar um menor potencial tóxico que os sintéticos, além de representarem uma forma de aproveitamento dos recursos naturais, de maneira sustentável, visto que as proteínas da planta em estudo se concentram nas sementes. A extração e o fracionamento de proteínas de So será feita por maceração em tampão Tris/HCI, 0,05M, pH 7,2, seguida por precipitação com sulfato de amônio ou pelo método de Osborne modificado. As frações aquosas serão quantificadas quanto ao conteúdo protéico pelos métodos de Bradford e Lowry; purificadas por cromatografia liquida de alta eficiência (CLAE) e caracterizadas quimicamente por CLAE e eletroforese. A atividade antimicrobiana dos extratos e suas frações será avaliada por meio da concentração mínima inibitória (CMI), utilizando o método de diluição em meios líquidos e espectrofotometria em microplacas. A toxicidade in vitro das amostras será avaliada pelo tempo de vida, eficiência e viabilidade celular empregando queratinócitos humanos. (AU) | |
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