| Processo: | 99/06783-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 1999 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2003 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Análise e Controle de Medicamentos |
| Pesquisador responsável: | Maria José Vieira Fonseca |
| Beneficiário: | Maria de Fatima Borin |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Superóxido dismutase Conservação Estabilidade química |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Adaptacao Microbiana | Conservacao | Estabilidade Fisica | Estabilidade Quimica | Superoxido Dismutase |
Resumo O uso de proteínas em formulações farmacêuticas tem sido cada vez mais freqüente. Uma das proteínas que tem seu uso em ascendência na indústria farmacêutica e de cosméticos é a enzima superóxido dismutase, uma enzima que cataliza a dismutação do íon superóxido, impedindo o estresse oxidativo nos tecidos, um dos maiores problemas causadores de envelhecimento da pele e de algumas dermatoses. Como proteína, porém, a estabilidade química e física da superóxido dismutase é bem mais frágil que a da maioria das drogas tradicionais. E ainda por se tratar de uma proteína, a conservação das formulações que a contenham pode ser prejudicada, uma vez que algumas proteínas são utilizadas como neutralizadores de conservantes. Assim, o desenvolvimento de uma formulação de uso tópico poderia produzir bons resultados terapêuticos, porém requer cuidados diferenciados no que diz respeito à conservação da formulação e ainda à estabilidade química e física da proteína na formulação. (AU) | |
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