| Processo: | 07/54831-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Jovens Pesquisadores |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2007 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2011 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Biofísica - Biofísica Molecular |
| Pesquisador responsável: | Diana Bahia |
| Beneficiário: | Diana Bahia |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 07/50551-2 - Identificação e caracterização molecular de proteínas quinases de Trypanosoma cruzi para o estudo da comunicação celular, modelagem molecular e desenho de drogas inibidoras: estudo dos parceiros das vias de sinalização focado na invasão de EA, AP.JP |
| Assunto(s): | Modelagem molecular Trypanosoma |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Amastigota Extracelular (Ea) | Mecanismo De Invasao | Modelagem Molecular | Proteina Quinase (Pks) | Trypanosoma | Vias De Sinalizacao |
Resumo Proteínas quinases (PKs) compreendem uma grande família de enzimas que medeiam a resposta de células eucarióticas a estímulos externos. As PKs estão envolvidas em diferentes cascatas de sinalização que controlam diversos processos biológicos, tais como a adesão, alteração no citoesqueleto, migração, proliferação, diferenciação, comunicação celular e sobrevivência. A Doença de Chagas é causada pelo tripanosomatídeo Trypanosoma cruzi e afeta 16-18 milhões de indivíduos, matando de 10 a 20% dos infectados na América Latina. Existem poucas drogas para o controle da doença e são todas tóxicas. Pretendemos caracterizar molecularmente PKs em T. cruzi com o intuito de se estudar vias de sinalização envolvidas em invasão celular e, igualmente, cristalizar e modelar PKs para desenho de possíveis drogas inibidoras. É um projeto inovador uma vez que utilizará uma estratégia alternativa para obtenção de novas drogas para combater o T. cruzi bem como o entendimento da biologia da interação parasita-hospedeiro, tendo como foco a invasão por amastigotas extracelulares. Usaremos as ferramentas mais modernas de biologia molecular, celular, genômica funcional, proteômica, bioinformática, cristalização proteica e modelagem para alcançar tal fim, como explicitado no projeto em anexo. (AU) | |
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