| Processo: | 08/08840-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2011 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geofísica |
| Pesquisador responsável: | Alisson Dal Lago |
| Beneficiário: | Carlos Roberto Braga |
| Instituição Sede: | Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). São José dos Campos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Geofísica espacial Meio interplanetário Clima espacial Tempestades geomagnéticas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Choques Interplanetários | Clima espacial | Ejeções de Massa Coronais | Meio Interplanetário | nuvens magnéticas | tempestades geomagnéticas | Geofísica Espacial |
Resumo Este projeto tem como objetivo principal estudar a detecção de distúrbios interplanetários, como ejeções de massa coronais interplanetárias (ICMEs), usando observações de raios cósmicos de superfície para aprimoramentos da previsão do Clima Espacial. Os instrumentos LASCO (Large Angle and Spectroscopic Coronagraph) e EIT (Extreme Ultraviolet Image Telescope) a bordo do satélite SOHO (Solar and Heliospheric Observatory) provém observações iniciais de ejeções coronais de massa para o nosso estudo. Dados de raios cósmicos permitem sensoriamento remoto destes distúrbios entre o Sol e a Terra, juntamente com as observações do satélite ACE (Advanced Composition Explorer) localizado no ponto Lagrangeano L1. Novos dados de raios cósmicos estão sendo obtidos desde a instalação do telescópio multi-direcional de muons (TDM) no Observatório Espacial do Sul (OES/CIE/INPE - MCT), em São Martinho da Serra - RS, por meio de uma colaboração tri-lateral entre Estados Unidos, Japão e Brasil, que ocorreu em dezembro de 2005. O instrumento, juntamente com TDMs similares instalados em Nagoya (Japão) e Hobart (Austrália), constitui a Rede Mundial de Detectores de Muons (GMDN, da sigla em inglês Global Muon Detector Network). Os atuais tempos de percurso das CMEs em 1UA poderão ser aprimorados usando os dados da GMDN, criando-se mais uma forma de alerta a distúrbios geomagnéticos. | |
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