| Processo: | 09/52803-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2012 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Geografia |
| Pesquisador responsável: | María Mónica Arroyo |
| Beneficiário: | Daniel Monteiro Huertas |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Regionalização Uso do território |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Dinamicas Territoriais | Fixos E Fluxos | Fluidez | Periodizacao | Regionalizacao | Uso Do Territorio |
Resumo Da organização colonial em "arquipélago" à integração nacional, relevantes dinâmicas territoriais foram empreendidas ao longo da formação socioespacial brasileira, condicionadas pela constituição histórica de importantes eixos de circulação. Esse processo, entretanto, não propôs como elemento essencial à construção da nação uma coesão territorial apta e capaz de configurar uma relação consistente e justa entre mercado nacional, forças produtivas locais e regionais e bem-estar social. Na tentativa de compreender melhor o papel da fluidez territorial no período técnico-científico-informacional que se alinha com a ruptura do "arquipélago", resultado da emergência da expansão rodoviária este trabalho apresenta como objetivo principal a elaboração de uma regionalização do País a partir da dinâmica de seus eixos de circulação, cuja hipótese reside na possibilidade de divisão do espaço brasileiro em cinco macrorregiões: 1) Arco Noroeste; 2) Centro-Norte; 3) Arco Nordeste; 4) Centro-Leste e 5) Centro-Sul. A maneira pela qual o território nacional se estrutura atualmente do ponto de vista da fluidez territorial, levando-se em conta as particularidades modais de cada região e do todo nacional, será investigada mediante a análise de elementos - como por exemplo, fixos, dinâmica intermodal, políticas públicas de transporte e as normas correlatas, investimentos etc - que tornam possível a identificação dos principais troncos, ramais e nodais e de que forma os fluxos estruturam o território. Trata-se, sobretudo, de tentar revelar o uso do território e suas contradições neste período de globalização confusa e perversa, que reafirma o caráter periférico do Brasil na divisão internacional do trabalho. (AU) | |
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