| Processo: | 10/03223-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2011 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional |
| Pesquisador responsável: | Fábio de Oliveira Pitta |
| Beneficiário: | Carlos Augusto Marçal Camillo |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Exercício físico Doença pulmonar obstrutiva crônica Fisioterapia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Dpoc | exercício físico | Fisioterapia |
Resumo A Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é uma doença prevenível e tratável com efeitos extrapulmonares significantes que podem contribuir para a gravidade individualmente. Dentre esses efeitos podem se destacar os baixos níveis de atividade física na vida diária (AFVD), assim como alterações na função autonômica cardíaca. Programas de reabilitação pulmonar são recomendados para pacientes sintomáticos como meio de gerar efeitos fisiológicos positivos para esses indivíduos. Porém, até a presente data pouco se sabe se diferentes tipos de treinamento físico geram diferentes benefícios nos níveis de AFVD e na função autonômica cardíaca em pacientes portadores com DPOC. Portanto, o objetivo desse trabalho é verificar o efeito de dois programas de exercícios (um de alta intensidade e outro de baixa intensidade) sobre os níveis de AFVD e função autonomica cardíaca em indivíduos com DPOC moderada a muito grave. Secundariamente, também verificar eventuais determinantes nas mudanças da função autonômica cardíaca (variabilidade da frequência cardíaca, VFC) assim como o efeito dos treinamentos sobre outros desfechos da doença. Para isso, 40 pacientes com DPOC com gravidade de moderada a grave serão avaliados quanto aos níveis de AFVD assim como avaliação da VFC antes e após dois programas de treinamento físico, um de alta intensidade (n=20) e outro de baixa intensidade (n=20). Além disso, os indivíduos também serão submetidos a avaliação da qualidade de vida relacionada à saúde, capacidade funcional, sensação de dispnéia nas atividades diárias, força muscular periférica e respiratória e capacidade de exercício. | |
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