| Processo: | 10/05788-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Materiais Odontológicos |
| Pesquisador responsável: | Debora Barros Barbosa |
| Beneficiário: | Aline Satie Takamiya |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Reação tecidual Nanopartículas de prata Citotoxicidade Teste de biocompatibilidade Prótese total |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biocompatibilidade | citotoxicidade | nanopartículas de prata | reação tecidual | Prótese Total |
Resumo A prata é um metal conhecido por seu largo espectro de ação contra bactérias gram-positivas e negativas, fungos, protozoários e alguns tipos de vírus. A atividade antimicrobiana de nanopartículas de prata pode apresentar-se mais efetiva por serem partículas extremamente pequenas e com maior razão da área de superfície por volume. A adição dessas nanopartículas a polímeros odontológicos poderia beneficiar usuários de próteses com base em resina acrílica ao controlar patologias como a estomatite protética. Entretanto, existe na literatura uma escassez de informação sobre a resposta tecidual a e citotoxicidade de nanopartículas de prata. O presente trabalho tem por objetivo avaliar a resposta tecidual do tecido subcutâneo de ratos para diferentes tipos de nanopartículas de prata, bem como avaliar a citotoxicidade destas nanopartículas de prata em cultura de fibroblastos de camundongo. As nanopartículas de prata serão preparadas na forma coloidal por meio da redução do nitrato de prata pelo citrato de sódio e sua concentração na solução será de 5 x 107,9 ug/mL. O fator de variação será o tipo de nanopartículas de prata (coloidal estabilizada com amônia e coloidal funcionalizada com poli vinil pirrolidona - PVP). Para o teste de resposta tecidual serão utilizados 30 ratos, os quais receberão individualmente dois implantes de tubos de polietileno contendo fibrina embebida nos materiais a serem testados e mais um tubo contendo fibrina embebida em soro fisiológico como controle. Os períodos de avaliação serão de 7, 15, 30, 60 e 90 dias. Após cada período pós-operatório, seis animais serão sacrificados e os tubos de polietileno juntamente com o tecido que o circunda removidos, fixados e processados para análise em microscopia de luz, com inclusão em glicol metacrilato, cortes seriados de 3mm e coloração por HE. Os critérios de avaliação serão de 0: nenhuma ou poucas células e nenhuma reação; 1: menos de 25 células e reação leve; 2: entre 25 e 125 células e reação moderada; 3: 125 ou mais células e severa reação. Cápsula fibrosa será considerada fina quando < 150µm e espessa quando > 150µm. Necrose será registrada como presente ou ausente. Os resultados serão analisados estatisticamente pelo teste de Kruskal Wallis com nível de significância de 5%. Para o teste de citotoxicidade, além dos colóides, serão também testados o PVP e a amônia em cultura de fibroblastos de camundongos (L929) incubados em placas de 24 poços. Culturas de células sem os materiais serão usadas como controle. Após 24 horas de incubação, serão coletados os sobrenadantes dos meios de cultura para análise de citotoxicidade (MTT). Os resultados serão lidos no espectrofotômetro (leitor de Elisa). Em seguida será realizada a leitura de absorbância em espectrofotômetro com comprimento de onda ajustado para 570 nm. Os dados serão analisados pelo ANOVA e correção de Bonferroni ao nível de significância de 5%. | |
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