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Articaína com hialuronidase 150 UTR/ml em infiltração bucal de primeiro molar inferior

Processo: 10/16349-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2011
Vigência (Término): 30 de junho de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Clínica Odontológica
Pesquisador responsável:Maria Aparecida Borsatti
Beneficiário:Cíntia Yuki Fukuoka
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Hialuronidase   Carticaína

Resumo

O índice de sucesso em anestesia infiltrativa bucal em molar inferior é muito baixo, o que justifica a técnica de bloqueio do nervo alveolar inferior mesmo essa sendo mais dolorida. Recentes estudos demonstraram que a anestesia infiltrativa bucal com articaína apresentou maior índice de sucesso anestésico do que com a lidocaína, porém, ainda não foi possível evitar falha anestésica. Para aumentar o índice de sucesso dessa técnica vislumbra-se a utilização da enzima hialuronidase (H) como fator de difusão do anestésico local e aumentar a eficácia clínica. O estudo avalia se a hialuronidase 150 UTR injetada concomitante a articaína infiltrativa em primeiro molar inferior é capaz de prolongar a duração da anestesia local (AL) na polpa e na gengiva, reduzir a latência de ação, aumentar o seu índice de sucesso anestésico e se o uso da H aumenta a dor do local. Avalia ainda se ocorre alteração da pressão arterial (pressões sistólica, diastólica, média - em mm Hg) e freqüência cardíaca (bpm) durante o procedimento. Serão selecionados 20 pacientes ASA I e II que apresentem necessidade de restauração em 2 primeiros molares inferiores (com vitalidade). Os dentes serão distribuídos aleatoriamente em 2 grupos: (G1) 20 molares: infiltração bucal de articaína HCl 4% com epinefrina (18 mg) + infiltração de H 150 UTR/ml; (G2) 20 molares contralaterais: com articaína HCl 4% com epinefrina (18 mg) + placebo (veículo da H). Serão realizadas consultas separadas pelo mesmo operador (estudo duplo-cego e boca dividida). A latência e a duração na polpa serão avaliadas com estímulo elétrico no primeiro molar inferior a cada 2 e 10 min, respectivamente. Para gengiva vestibular, utilizará estímulo mecânico (picada). Para análise do índice de dor será utilizada escala numérica de dor (1 a 5) em 4 tempos analisados. Para análise cardiovascular serão utilizados os métodos oscilométrico/ fotopletismográfico, nos seguintes tempos: T-5´; TAL + H ou PL; T5´; Tbroca; T inser; Tacab; Tfim. Resultados preliminares: Em estudo piloto, o grupo AL+H150 apresentou duração de ação na polpa de 52± 5 min (n=6), enquanto que AL+PL 33±4 min; o índice de sucesso anestésico foi de 100% nos 2 grupos até o momento (n=6).

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