| Processo: | 10/13414-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2013 |
| Área de conhecimento: | Linguística, Letras e Artes - Letras - Línguas Clássicas |
| Pesquisador responsável: | Isabella Tardin Cardoso |
| Beneficiário: | Diogo Martins Alves |
| Instituição Sede: | Instituto de Estudos da Linguagem (IEL). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Intertextualidade Latim Tradução |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Fabulae | Higino | Intertextualidade | mitologia greco-latina | Tradução | Latim |
Resumo A relevância da obra Fabulae, atribuída a um certo Higino, tende a ser cada vez mais reconhecida nos estudos mitográficos, muito embora estudiosos (entre eles autores de edições críticas) divirjam quanto ao valor da obra em si, considerando-a desde a uma mera e medíocre tradução de um único compêndio grego, hoje perdido, até o mais importante manual de mitologia legado pela Antiguidade greco-romana. Entretanto, nossa pesquisa não tem por pretensão qualificar a obra: o intuito é, antes, observar seu texto, com destaque a características relacionadas a sua língua, estilo e gênero, investigando, inclusive, a relevância de tais aspectos para o estudo mais geral dos mitos ali referidos, bem como de outros a estes relacionados. Uma investigação prévia tratou de fábulas cujos argumentos são considerados singulares em meio ao legado de versões mitológicas antigas hoje disponíveis (a saber, as fábulas II Ino; III Phrixus; XIV Argonautae conuocati; XXXV Iole; LXXII Antigona; CIX Iliona; CXII Prouocantes inter se qui quo dimicarunt; CXXI Chryses; CXXII Aletes). No presente trabalho, nossa atenção se volta para os catorze primeiros ciclos mitológicos narrados nas Fabulae - em que se encontram, inclusive, mitos para os quais hoje Higino é a única fonte antiga -, cotejando-os com textos (de gêneros vários) que tratem direta ou mais tangencialmente dos mitos associáveis às fabulas de tais ciclos. Ao atentar para a diferença da versão do mito das passagens em apreço com relação a outras fontes antigas, a partir da tradução que propomos para a língua portuguesa (inédita, ao que saibamos, no Brasil), pretendemos, ainda, considerar aspectos do gênero ao qual pertence a obra de Higino. | |
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