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Produção de astaxantina a partir da microalga Haematococcus pluvialis: aplicação e avaliação

Processo: 09/14344-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de outubro de 2009
Vigência (Término): 30 de setembro de 2010
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca - Aquicultura
Pesquisador responsável:Lúcia Helena Sipaúba Tavares
Beneficiário:Aline Roberta Vasques Donadon
Instituição-sede: Centro de Aquicultura (CAUNESP). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:09/51946-6 - Produção de astaxantina a partir da microalga Haematococcus pluvialis: aplicação e avaliação, AP.R
Assunto(s):Impactos ambientais   Manejo ambiental   Limnologia   Zooplâncton   Microalgas   Haematococcus pluvialis

Resumo

Os carotenóides, pigmentos secundários naturais encontrados em plantas e animais, possuem diversas funções vitais nos organismos de quem os produzem e de quem os ingerem. Dentre os principais podemos citar a astaxantina, que recentemente tem recebido especial importância devido ao seu alto potencial antioxidante, imuno-estimulante, além de ser requerida em diversos processos vitais de muitos animais. Apesar de ser biossintetizada somente por organismos primários, tais como algas, leveduras, fungos e bactérias, é amplamente encontrada em outros animais que desses organismos se alimentam direta ou indiretamente, como exemplo camarões, salmões, peixes ornamentais, e ainda algumas aves, como o Flamingo. O desenvolvimento de estratégias biotecnológicas alternativas à síntese sintética para obtenção da astaxantina, com o intuito de destinar à alimentação animal, constitui-se de um importante fator de agregação nutricional que pode levar ao incremento dos parâmetros produtivos no cultivo de espécies em cativeiro, gerando maior produtividade e rentabilidade ao produtor. A microalga Haematococcus pluvialis tem sido citada como a principal fonte produtora deste carotenóide, apresentando alta viabilidade quando avaliada como um produto natural a ser produzido em escala comercial. Neste sentido, este projeto visa produzir esta microalga em escala massiva, fornecer como alimento para zooplânctons e posteriormente inserir na alimentação de larvas e reprodutores do peixe ornamental Betta splendens.