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Um estudo experimental das diferenças de tempo de processamento pronominal entre anáfora direta e anáfora associativa

Processo: 10/20151-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2011
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2011
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Linguística - Psicolinguística
Pesquisador responsável:Edson Françozo
Beneficiário:Julia Gomes de Alencar
Instituição-sede: Instituto de Estudos da Linguagem (IEL). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Leitura   Anáfora   Pronome

Resumo

O presente projeto se propõe a analisar, baseando-se no trabalho de GODOY (2010), o que ocorre no tempo de leitura quando lemos uma sentença com anáfora conceitual seguida de um predicado coletivo/distributivo quando seu antecedente se encontra no singular ou no plural. A principal justificativa para este trabalho é a de que a autora indica que o tempo de leitura de pronomes plurais que seguem predicados coletivos é maior do que os casos em que o mesmo pronome segue um predicado distributivo; porém, sua pesquisa não investigou se esse padrão se mantém em casos de anáforas diretas. Para isso realizaremos uma série de experimentos cujos estímulos serão criados a partir do corpus de mais de oitenta entrevistas do projeto NURC e no conteúdo de 30 dias do jornal Folha de S. Paulo. Utilizaremos o software E-Prime para a elaboração destes experimentos a fim de medirmos o tempo de leitura do pronome "eles" e observarmos a mudança neste tempo de leitura. Estes experimentos permitirão um aprofundamento nos estudos recentes no campo, possibilitando ver o quanto a concordância morfossintática e a semântica dos predicados influenciam o processamento de anáforas conceituais e de anáforas diretas.