| Processo: | 11/06536-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2011 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia |
| Pesquisador responsável: | Pedro Michaluart Junior |
| Beneficiário: | Viviane Alvares Costa |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Imunologia Cabeça e pescoço Carcinoma de células escamosas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cabeca e pescoco | Carcinoma Epidermoíde | Imunologia | Cabeça e Pesoço |
Resumo Avaliação do infiltrado inflamatório associado ao tumor como fator prognóstico em pacientes com carcinoma epidermóide de língua e assoalho de boca.O prognóstico dos carcinomas de cavidade oral é comumente avaliado utilizando-se o sistema de estadiamento TNM, que leva em consideração o tamanho do tumor primário, a presença de metástases linfonodais e a distância. No entanto, mesmo pacientes com o mesmo estadiamento TNM podem apresentar evoluções clínicas distintas. Vários outros fatores têm sido estudados para complementar e melhorar a eficiência do TNM como, infiltração perineural, presença do vírus HPV e espessura do tumor. Muitas são as evidências que o sistema imune é importante, tanto para o aparecimento do tumor, como para sua evolução clínica, o que atraiu o interesse do estudo do infiltrado inflamatório intra-tumoral. Em 2006, Galon e colaboradores publicaram estudo em que pacientes que apresentavam infiltrado inflamatório peri-tumoral com resposta Th1, em 415 casos de carcinoma de colon, apresentaram melhor prognóstico e que essa característica foi melhor preditor de evolução que o TNM. Outros estudos apresentaram resultados semelhantes em outros tumores. Objetivo: Caracterizar o infiltrado inflamatório tumoral e nas margens de tumor e relacioná-lo com sobrevida global e sobrevida livre de doença.Métodos: Pacientes tratados de carcinoma epidermóide de língua e assoalho bucal de 2001 a 2009 terão seus espécimes cirúrgicos submetidos a estudos imunoistoquímicos para p16, CD45, CD3, CD8, porfirina e granzima B. Os resultados serão tabulados para cada caso com a caracterização da densidade de células inflamatórias em cada um dos sítios estudados. Essas informações sobre o tipo de infiltrado inflamatório serão então estudadas em relação a sobrevida global e sobrevida livre de doença dos pacientes, informações que já se encontram em banco de dados padronizado no projeto genoma clínico. Será realizada análise multivariada. | |
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