| Processo: | 11/23691-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica |
| Pesquisador responsável: | João Pereira Leite |
| Beneficiário: | Mariana Raquel Monteiro |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Epilepsia Epilepsia do lobo temporal Tonsila do cerebelo Lobo temporal |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Amígdala | comorbidades psiquiátricas | Córtex temporal | Epilepsia do lobo temporal | Epilepsia |
Resumo A epilepsia do lobo temporal mesial (ELTM) é a forma mais comum de epilepsia focal na população adulta. Estruturas mesiais como hipocampo, amígdala e córtex temporal são as mais afetadas nesta síndrome. Estudos com tecido cerebral de pacientes com ELTM têm demonstrado alterações plásticas relacionadas às crises não apenas no hipocampo, mas também na amígdala e córtex temporal. Embora na ELTM o hipocampo seja o foco das crises, alterações na amígdala e córtex temporal podem ocorrer por estas estruturas estarem intimamente conectadas entre si. Comorbidades psiquiátricas surgem com maior frequência em pacientes com ELTM que na população em geral. Apesar de vários estudos demonstrarem que existe uma associação habitual entre epilepsia e comorbidades psiquiátricas, pouco se conhece a respeito dos mecanismos neuropatológicos que podem contribuir para manifestação ou manutenção dos sintomas psiquiátricos na ELTM. A amígdala é responsável por processos relacionados às emoções, tendo participação importante nos sintomas depressivos e nos sintomas positivos e negativos observados em pacientes com psicose. O córtex temporal é outra estrutura que está alterada em pacientes com ELTM e em pacientes psiquiátricos, como demonstrado por alguns estudos de neuroimagem. Devido a importâncias destas estruturas tanto para ELTM quanto para comorbidades psiquiátricas, e levando-se em conta a ausência de estudos na literatura sobre o papel da amígdala e córtex temporal na ELTM associada à comorbidades psiquiátricas, nosso trabalho pretende analisar alterações neuropatólogicas como perda neuronal, gliose, e alterações dendríticas e axonais nestas estruturas. Além disso, analisaremos a expressão das proteínas FMRP (do inglês fragile X mental retardation protein) e do receptor metabotrópico de glutamato tipo 5 (mGlur5), moléculas diretamente envolvidas em mecanismos de plasticidade neuronal, em amígdalas e córtices temporais de pacientes com ELTM associada ou não à comorbidades psiquiátricas e em tecidos controle advindos de necrópsias de pacientes sem histórico de epilepsia. | |
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