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Conectividade funcional intrínseca e desempenho cognitivo em pacientes com doença de Alzheimer: estudo de ressonância magnética funcional

Processo: 12/04462-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2012
Vigência (Término): 31 de maio de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Marcio Luiz Figueredo Balthazar
Beneficiário:Aya Fukuda
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Doença de Alzheimer   Avaliação neuropsicológica   Memória (psicologia)   Ressonância magnética   Imagem por ressonância magnética funcional   Conectividade cerebral

Resumo

A doença de Alzheimer (DA) é a principal causa de demência, cujo declínio progressivo em múltiplos domínios cognitivos (memória, linguagem, gnosia, praxia e funções executivas) interferem danosamente na capacidade social e ocupacional do paciente. Embora o declínio desses domínios cognitivos seja a característica clínica essencial da doença, a neurobiologia desses sintomas não é completamente conhecida. Avanços recentes em neuroimagem das Demências apontam que as disfunções anatômicas e funcionais não ocorrem apenas em estruturas cerebrais particulares, porém em redes neurofuncionais, cada qual associada a determinadas funções mentais. Estudos em Ressonância Magnética funcional (RMf) em repouso apontam principalmente para disfunção de 2 redes na DA: Default Modee Salience Network. Embora a disfunção da conectividade nessas redes seja conhecida, pouco se sabe sobre o papel delas na gênese dos sintomas cognitivos dos pacientes com DA. Neste estudo, pretendemos verificar se há correlação entre o grau de conectividade das redes DMN e SN e sintomas cognitivos típicos da DA, nos seguintes domínios: memória episódica e operacional, percepção visuoespacial, linguagem e funções executivas. Para isso, estudaremos 20 pacientes com demência na DA leve a moderada, acompanhados no Ambulatório de Demência e Neuropsicologia do Hospital de Clínicas da Unicamp, assim como 20 idosos saudáveis. Pretendemos comparar também, nestes 2 grupos, o desempenho cognitivo e o grau de conectividade funcional na DMN e SN, mensurado pelo método de RMf em repouso. (AU)